

19 de Setembro, 2026 · Crypto.com Arena, Los Angeles, Estados Unidos

O'Neill
11-2-0
#12 Peso Mosca FemininoIrvine, Escócia | 28 anos

Moura
12-2-0
#13 Peso Mosca FemininoRiachuelo, Sergipe | 32 anos
Volume Contra Quedas
A O'Neill voltou de uma cirurgia que o próprio médico achou que encerraria a carreira e nocauteou em três minutos. A Moura é a primeira adversária desde então que vai tentar levar a luta para o chão.
Conviccao
Convicção 6. O que sustenta a escolha é um encaixe concreto: as duas derrotas da Moura vieram contra quem a superou em pé por quase três vezes o volume, mesmo cedendo muitos minutos no chão, e o volume da O'Neill está nesse patamar. A defesa dela contra quedas também tem história, com Luana Santos completando uma de cinco e Jennifer Maia nenhuma de quatro. O que impede o 7 é que essa história é toda de antes de janeiro de 2025. O joelho direito foi reconstruído depois de uma lesão numa troca de luta agarrada, e na volta contra Fernandes ninguém tentou uma queda, então a variável que mais pode decidir a luta nunca foi testada. Além disso, a derrota mais recente da Moura veio de um camp que ela descreveu como o pior da vida, com diagnóstico recente e sem bater o peso, então a versão que chega a Los Angeles pode ser melhor do que a que perdeu para Wang. E os juízes premiam domínio quando a trocação é parelha, como mostrou a vitória dela sobre Hardy. A linha fica perto dos nossos 60%, então a análise não enxerga valor escondido no favorito.
Convicção 6. O que sustenta a escolha é um encaixe concreto: as duas derrotas da Moura vieram contra quem a superou em pé por quase três vezes o volume, mesmo cedendo muitos minutos no chão, e o volume da O'Neill está nesse patamar. A defesa dela contra quedas também tem história, com Luana Santos completando uma de cinco e Jennifer Maia nenhuma de quatro. O que impede o 7 é que essa história é toda de antes de janeiro de 2025. O joelho direito foi reconstruído depois de uma lesão numa troca de luta agarrada, e na volta contra Fernandes ninguém tentou uma queda, então a variável que mais pode decidir a luta nunca foi testada. Além disso, a derrota mais recente da Moura veio de um camp que ela descreveu como o pior da vida, com diagnóstico recente e sem bater o peso, então a versão que chega a Los Angeles pode ser melhor do que a que perdeu para Wang. E os juízes premiam domínio quando a trocação é parelha, como mostrou a vitória dela sobre Hardy. A linha fica perto dos nossos 60%, então a análise não enxerga valor escondido no favorito.
O PARADOXO
O Joelho Que Ninguém Testou
Em 8 de janeiro de 2025, num treino de luta agarrada, Casey O'Neill rompeu de uma vez o ligamento cruzado anterior, os dois ligamentos colaterais e os dois meniscos do joelho direito, e ainda fraturou a tíbia. Foi a segunda lesão grave de joelho da carreira, depois do ligamento cruzado rompido no outro joelho em 2022. Ela voltou em março de 2026 e nocauteou Gabriella Fernandes em 3:11 sem que nenhuma das duas tentasse uma queda sequer. Ou seja: dentro do octógono, o joelho reconstruído ainda não enfrentou a arma principal da Eduarda Moura. E a Moura vai usar essa arma. Foram 48 tentativas de queda em cinco lutas no UFC, 16 completas, e 41% do tempo de octógono dela passado dominando a adversária. O problema da brasileira é que domínio sozinho não fecha a conta: contra Denise Gomes ela somou 6:36 de domínio e perdeu em golpes por 50 a 18; contra Wang Cong somou 8:06, levou um knockdown e perdeu por 39 a 12. Hardy e Ruiz perderam para a Moura porque não conseguiram sair de baixo. Quem venceu a Moura foi quem acertou muito mais nos minutos em pé. A O'Neill acerta 7,89 golpes significativos por minuto, mais que o triplo da brasileira, e em oito lutas no UFC nenhuma adversária somou mais de 2:50 de domínio sobre ela numa luta inteira.
Em 8 de janeiro de 2025, num treino de luta agarrada, Casey O'Neill rompeu de uma vez o ligamento cruzado anterior, os dois ligamentos colaterais e os dois meniscos do joelho direito, e ainda fraturou a tíbia. Foi a segunda lesão grave de joelho da carreira, depois do ligamento cruzado rompido no outro joelho em 2022. Ela voltou em março de 2026 e nocauteou Gabriella Fernandes em 3:11 sem que nenhuma das duas tentasse uma queda sequer. Ou seja: dentro do octógono, o joelho reconstruído ainda não enfrentou a arma principal da Eduarda Moura. E a Moura vai usar essa arma. Foram 48 tentativas de queda em cinco lutas no UFC, 16 completas, e 41% do tempo de octógono dela passado dominando a adversária. O problema da brasileira é que domínio sozinho não fecha a conta: contra Denise Gomes ela somou 6:36 de domínio e perdeu em golpes por 50 a 18; contra Wang Cong somou 8:06, levou um knockdown e perdeu por 39 a 12. Hardy e Ruiz perderam para a Moura porque não conseguiram sair de baixo. Quem venceu a Moura foi quem acertou muito mais nos minutos em pé. A O'Neill acerta 7,89 golpes significativos por minuto, mais que o triplo da brasileira, e em oito lutas no UFC nenhuma adversária somou mais de 2:50 de domínio sobre ela numa luta inteira.
Verdade A
O roteiro de derrota da Moura está vivo e é recente: Gomes em 2024 e Wang em 2026 a superaram em pé por quase três vezes o volume e venceram mesmo cedendo muitos minutos no chão. A O'Neill produz 7,89 golpes por minuto, o tipo de volume que decide rounds contra quem passa tempo agarrando.
Verdade B
Todos os números defensivos da O'Neill contra quedas são de antes de janeiro de 2025. O joelho destruído numa troca de luta agarrada ainda não recebeu uma tentativa de queda no octógono, e a Moura chega do primeiro camp inteiro ao lado da Virna Jandiroba.
Tale of the Tape
A O'Neill é quatro anos mais nova
A O'Neill tem 5 cm a mais de envergadura
Momento Atual
Casey O'Neill
Volta depois de 19 meses e de um joelho reconstruído. Acertou em cheio o queixo da Fernandes na distância e fechou com socos a 3:11 do R1, numa luta que as casas tratavam como equilibrada.
KO R130-27, 30-27 e 30-26. Superou em golpes por 83 a 41, anulou quatro das cinco tentativas de queda da Santos e ainda pegou as costas no fim do R3.
Decisão UnânimeA Lipski a balançou no começo do R2 e acertou um chute alto. A O'Neill tentou a queda, terminou por baixo e foi pega na chave de braço a 1:18.
Sub R2Primeira luta depois do ligamento cruzado rompido em 2022. A Maia venceu a trocação por 145 a 137 e levou 30-27, 29-28 e 29-28. Primeira derrota da carreira.
Decisão UnânimeAcertou 229 golpes significativos em 15 minutos. A Modafferi completou duas quedas, mas não conseguiu segurar a O'Neill no chão.
Decisão DivididaDuas vitórias seguidas depois de duas derrotas, e a última foi o tipo de volta que ninguém esperava. Em janeiro de 2025 a O'Neill estourou o joelho direito num treino de luta agarrada: ligamento cruzado anterior, os dois colaterais, os dois meniscos e fratura na tíbia, tudo de uma vez. Passou três meses sem conseguir apoiar a perna, ouviu do cirurgião que talvez nunca mais lutasse, voltou a treinar na Tailândia e nocauteou Gabriella Fernandes a 3:11 do R1 em março. É a número 12 do ranking. A ressalva é simples: foram três minutos em pé, sem nenhuma tentativa de queda dos dois lados.
Eduarda Moura
As duas erraram o peso, com 127,5 lbs. Levou knockdown no fim do R1, dominou o R2 com 4:31 por cima e nas costas, mas perdeu em golpes por 39 a 12. Placar de 30-27, 29-28 e 29-28.
Decisão UnânimeLuta de despedida da ex-desafiante de 41 anos, parada desde 2023. A Moura venceu em pé por 64 a 38 e somou duas quedas, mas quase foi pega numa guilhotina no R3. Três 29-28.
Decisão UnânimeEstreia no peso mosca. Perdeu a trocação por 46 a 26, mas três quedas e 4:13 de domínio, quase tudo no R2, garantiram 30-27, 29-28 e 29-28.
Decisão UnânimeNo peso palha, com mais um erro na balança. Tentou 26 quedas e completou 5, somou 6:36 de domínio, mas perdeu em golpes por 50 a 18.
Decisão DivididaEstreia no UFC, em São Paulo, depois de errar o peso. Três quedas em três tentativas e TKO com socos da montada a 2:14 do R2.
TKO R2Vinha de duas vitórias seguidas quando perdeu para Wang Cong em fevereiro, e a derrota veio com contexto. Menos de duas semanas depois, a Moura revelou publicamente o diagnóstico de transtorno bipolar, contou que aquele foi o camp mais difícil da vida dela, que não conseguiu treinar como deveria nem bater o peso, e que tinha iniciado tratamento. No fim de dezembro, cerca de seis semanas antes daquela luta, ela havia trocado o Galpão da Luta pela Fight House, em Feira de Santana, onde treina com Virna Jandiroba e Iasmin Lucindo. Então este é o primeiro camp inteiro na equipe nova, e ela chega como número 13 do ranking. A dúvida que persiste é a balança: errou o peso em três das cinco lutas no UFC.
Nivel de Competicao
Nenhuma adversária em comum. A O'Neill enfrentou um calibre um pouco mais alto: Jennifer Maia era a oitava do ranking, Roxanne Modafferi e Gabriella Fernandes estavam entre as 15, e as duas derrotas dela vieram contra veteranas duras, Maia e Ariane Lipski. A adversária de maior calibre que a Moura enfrentou no UFC foi Wang Cong, hoje oitava do ranking, e perdeu. As vitórias dela foram sobre Montserrat Conejo Ruiz, Veronica Hardy e uma Lauren Murphy de 41 anos em luta de despedida. Nenhuma das duas enfrentou uma top 5.
Comparacao Estatistica
Sig. Strikes por Minuto
A O'Neill produz três vezes o volume da Moura
Precisão de Strikes (%)
Strikes Absorvidos/Min
A O'Neill aceita trocar; a Moura passa boa parte da luta agarrada
Defesa de Strikes (%)
Takedowns por 15 Min
A Moura tentou 48 quedas em cinco lutas no UFC e completou 16
Precisão de Takedown (%)
Defesa de Takedown (%)
Os 70% da O'Neill foram construídos antes da reconstrução do joelho; desde a volta, ninguém tentou derrubá-la
Submissões por 15 Min
O'Neill lidera em 3 categorias · Moura lidera em 4
Distribuicao de Vitorias e Derrotas
Vitorias
KO/TKO
Submissao
Decisao
A O'Neill é mais equilibrada: 4 nocautes, 2 finalizações e 5 decisões, com três dos quatro nocautes já dentro do UFC. A Moura tem números de finalizadora, 9 finalizações em 12 vitórias, mas o contexto muda tudo: 8 dessas finalizações vieram no circuito regional brasileiro e no Contender Series, sete delas no R1. No UFC foram um TKO com socos da montada na estreia e duas decisões. Para o método, importa que a versão da Moura que chega ao octógono vence pelos cartões.
Derrotas
KO/TKO
Submissao
Decisao
As duas têm só duas derrotas, amostra pequena demais para falar em tendência de vulnerabilidade, mas o jeito como elas perderam conta muito. A Moura nunca foi finalizada: as duas derrotas foram por decisão, contra Denise Gomes e Wang Cong, e nas duas ela passou mais de seis minutos dominando e mesmo assim perdeu porque apanhou em pé, 50 a 18 e 39 a 12 em golpes significativos. A O'Neill perdeu uma decisão na trocação para Jennifer Maia e uma finalização para Ariane Lipski, que primeiro a balançou em pé e só depois encaixou a chave de braço. Nenhuma das duas derrotas da O'Neill veio de alguém que a segurou no chão por rounds inteiros.
Perfil de Habilidades
O'Neill
vs
Moura
Striking em Distância
+4 O'Neill
A O'Neill acerta 7,89 golpes significativos por minuto contra 2,57 da Moura, e acertou 229 numa única luta contra Modafferi.
Striking em Curta Distância
+1 O'Neill
Na curta distância a O'Neill ainda bate mais, mas é ali que a Moura agarra, encosta na grade e busca a queda.
Poder de Nocaute
+2 O'Neill
A O'Neill tem três nocautes no UFC, o último em 3:11 contra Fernandes; a Moura não derrubou ninguém com golpes em cinco lutas no UFC.
Defesa de Striking
+1 Moura
A O'Neill absorve 5,53 golpes por minuto porque aceita a troca; a Moura absorve 2,50, embora tenha ido ao chão contra Wang Cong no fim do R1.
Grappling e Clinch
+2 Moura
A Moura tentou 48 quedas em cinco lutas no UFC e passou 41% do tempo de octógono dominando; a O'Neill sabe pegar as costas nas trocas de posição, como fez com Luana Santos, mas não é o jogo dela.
Cardio (3 rounds)
+1 O'Neill
A Moura chegou exausta ao intervalo do R1 contra Wang Cong e quase foi finalizada no R3 pela Murphy; a O'Neill acertou mais de 70 golpes em cada round contra Modafferi.
A O'Neill vence onde a luta acontece em pé, e isso é a maior parte do tempo em quase toda luta dela. A Moura vence onde a luta acontece no chão. A pergunta não é quem é mais técnica, é quantos minutos a Moura consegue tirar da trocação antes que o volume da O'Neill decida os rounds.
Previsao Final
A Tese
Conviccao6/10A tese é: Casey O'Neill vence porque acerta 7,89 golpes significativos por minuto contra 2,57 da Moura, porque o roteiro que derrotou a brasileira segue vivo e recente, com Denise Gomes em 2024 e Wang Cong em 2026 vencendo a trocação por 50 a 18 e 39 a 12 mesmo cedendo 6:36 e 8:06 de domínio, e porque em oito lutas no UFC nenhuma adversária somou mais de 2:50 de domínio sobre a O'Neill, que anulou quatro das cinco quedas da Luana Santos e todas as quatro da Jennifer Maia, enquanto a Moura chega depois de errar o peso em três de cinco lutas e de um camp que ela mesma chamou de o mais difícil da vida.
A tese é: Casey O'Neill vence porque acerta 7,89 golpes significativos por minuto contra 2,57 da Moura, porque o roteiro que derrotou a brasileira segue vivo e recente, com Denise Gomes em 2024 e Wang Cong em 2026 vencendo a trocação por 50 a 18 e 39 a 12 mesmo cedendo 6:36 e 8:06 de domínio, e porque em oito lutas no UFC nenhuma adversária somou mais de 2:50 de domínio sobre a O'Neill, que anulou quatro das cinco quedas da Luana Santos e todas as quatro da Jennifer Maia, enquanto a Moura chega depois de errar o peso em três de cinco lutas e de um camp que ela mesma chamou de o mais difícil da vida.
O caminho é a O'Neill sair das primeiras tentativas de queda na grade, manter a luta em pé na maior parte de cada round e empilhar volume até vencer dois rounds nos cartões, com um nocaute tardio possível se a gasolina da Moura cair como caiu contra Wang.
Isso desmorona se o joelho direito reconstruído não aguentar as trocas de luta agarrada e a Moura conseguir quedas cedo em dois rounds, pegando as costas e segurando por três ou quatro minutos como fez contra Veronica Hardy.
O Que Derruba Essa Pick
- 01
Se a Moura completar uma queda no R1 e somar mais de três minutos por cima, os 70% de defesa de quedas da O'Neill, todos construídos antes da cirurgia, deixam de valer para essa luta.
- 02
Se a O'Neill parar de chutar e se movimentar menos do que contra Fernandes, sinal de que o joelho direito está limitando a base e o sprawl.
- 03
Se a Moura chegar ao R3 no mesmo ritmo do R1, a leitura de que ela cai no fim, construída em cima de um camp que ela própria descreveu como quebrado, perde força.
- 04
Se a O'Neill resolver tentar quedas por conta própria e terminar por baixo, como aconteceu contra Ariane Lipski.
Caminho do Azarao
A Moura não troca na distância. Ela encurta a distância no começo de cada round, encosta a O'Neill na grade e encadeia tentativas de queda até uma entrar, testando um joelho direito que não enfrentou nenhuma queda no octógono desde a cirurgia. No chão, vai para as costas como fez contra Hardy e Wang, trava os ganchos e soma três ou quatro minutos de domínio por round. Vence o R1 e o R2 nos cartões, do mesmo jeito que os juízes deram a luta contra Hardy mesmo com a adversária acertando 46 golpes contra 26, e depois administra o R3 ou encontra o mata-leão numa O'Neill cansada de carregar peso.
Condicoes Necessarias
- Completar uma queda nos dois primeiros minutos de pelo menos dois rounds, antes que o volume da O'Neill se acumule
- Segurar três minutos ou mais em cada um desses rounds sem ceder a troca de posição em que a O'Neill pegou as costas da Luana Santos
- Sobreviver aos minutos em pé sem ir ao chão, como aconteceu no fim do R1 contra Wang Cong
- Bater o peso e ter gasolina para 15 minutos, depois de três erros de balança em cinco lutas no UFC
— Precedente: Moura vs Veronica Hardy (UFC 309, novembro de 2024): a Moura levou a pior em pé, 46 a 26, mas três quedas em quatro tentativas e 4:13 de domínio renderam 30-27, 29-28 e 29-28. Do lado da O'Neill, a derrota para Ariane Lipski (UFC 296, dezembro de 2023) mostrou que ela pode ser finalizada quando termina por baixo contra uma lutadora de jiu-jitsu, embora ali a Lipski a tenha balançado em pé antes.
Veredito
Vencedor
Casey O'Neill
Metodo
Decisão
Mais Provaveis
- 01
Vencedor
Casey O'Neill
O'Neill porque o volume de 7,89 golpes por minuto é o que derrotou a Moura nas duas vezes em que ela perdeu, e a defesa de quedas dela tem história contra lutadoras que tentam derrubar. O mercado já precifica perto de 61% e nós vemos 60%, então não há valor escondido: stake baixo. Desmorona se a Moura derrubar cedo e segurar por dois rounds.
- 02
Como termina (qualquer lutador)
A luta vai à decisão
Decisão porque a Moura nunca foi finalizada em 14 lutas profissionais, quatro das cinco lutas dela no UFC foram aos cartões e o jogo de quedas dela consome relógio. Nós precificamos em torno de 70%. Desmorona se a O'Neill machucar em pé como fez com Fernandes, ou se a Moura pegar as costas de uma O'Neill cansada.
- 03
Método
O'Neill por decisão
É o cenário central da análise: volume em pé vencendo pelo menos dois rounds e a Moura sem conseguir transformar domínio em vitória, como aconteceu contra Gomes e Wang. Só vale com linha ou melhor, que é o nosso preço justo, porque a margem é curta. Desmorona se o joelho da O'Neill ceder nas trocas de luta agarrada.
O Mais Provavel
A luta vai à decisão, quando a linha sair
É a leitura mais sólida da análise porque não depende de quem vence: a Moura nunca foi finalizada e agarra para gastar relógio, e a O'Neill só foi finalizada uma vez, depois de ser balançada em pé. No moneyline o preço já está justo, então uma convicção 6 fica mais bem aplicada no método.
Stats Que Importam
7,89
golpes significativos por minuto da O'Neill no UFC, contra 2,57 da Moura
É o tipo de volume que derrotou a Moura nas duas vezes em que ela perdeu
8:06
de domínio da Moura sobre Wang Cong, numa luta que ela perdeu por 30-27, 29-28 e 29-28
Contra Denise Gomes foram 6:36 de domínio, e derrota também
2:50
o maior tempo de domínio que uma adversária somou sobre a O'Neill numa luta, em oito lutas no UFC
Todas antes da reconstrução do joelho direito, em janeiro de 2025
Armadilha
O'Neill por nocaute
O público lembra do nocaute em 3:11 sobre Gabriella Fernandes e vai pagar O'Neill por KO. Só que a Moura nunca foi finalizada em 14 lutas profissionais, levou knockdown da Wang Cong e mesmo assim chegou ao fim dos 15 minutos, e quatro das cinco lutas dela no UFC foram aos cartões. Pior: o jogo dela é agarrar e segurar, o que tira da O'Neill exatamente os minutos em pé onde o nocaute acontece. Se a O'Neill vencer, o caminho mais provável é decisão no volume.
O público lembra do nocaute em 3:11 sobre Gabriella Fernandes e vai pagar O'Neill por KO. Só que a Moura nunca foi finalizada em 14 lutas profissionais, levou knockdown da Wang Cong e mesmo assim chegou ao fim dos 15 minutos, e quatro das cinco lutas dela no UFC foram aos cartões. Pior: o jogo dela é agarrar e segurar, o que tira da O'Neill exatamente os minutos em pé onde o nocaute acontece. Se a O'Neill vencer, o caminho mais provável é decisão no volume.
COLISEUM - Analise estatistica e tatica. Dados baseados em ufcstats.com e fontes publicas.
Casey "King" O'Neill vs Eduarda "Ronda" Moura | UFC 331: Van vs. Pantoja 2 | 19 de Setembro, 2026 | Crypto.com Arena, Los Angeles, Estados Unidos
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