

12 de Setembro, 2026 · Desert Diamond Arena, Glendale, Arizona, Estados Unidos

Fiorot
13-2-0
#2 Peso MoscaNice, França | 36 anos

Grasso
17-5-1
#3 Peso MoscaGuadalajara, México | 33 anos
A Fila Começa Atrás do UFC 332
A Shevchenko largou o título e sumiu por um ano, e o cinturão vago já tem data pra ganhar dona, 3 de outubro, Natalia Silva contra Wang Cong no UFC 332. Quem vencer aqui fica na frente da fila atrás dessa campeã, e as duas lutam esperando a outra vir.
Conviccao
Convicção 5 porque o caminho da Grasso não é teoria, ele já foi executado contra essa mesma Fiorot: no UFC 315 a Shevchenko esperou a entrada da francesa e derrubou com o cruzado no R4, e em março a mexicana fez a versão curta disso na Maycee Barber em 2:42. Quando o caminho do azarão tem precedente com nome e data, bate com o arquétipo de quem vai executar e ataca um buraco que a própria análise escreveu, o número honesto pra ele é alto e a convicção tem que descer junto. O que segura a escolha na Fiorot mesmo assim é que a Grasso precisa resolver primeiro o problema que ela não resolveu contra a Natalia Silva nem contra a Shevchenko no UFC 306: chegar. Dezoito golpes significativos em 25 minutos não é falta de sorte, é uma lutadora que não sabe caçar quem não vem. E vale registrar a ressalva do outro lado: o calibre das duas é parelho, mas a folha da Grasso é feita de lutas de cinturão contra a melhor peso mosca da história, e o saldo dela nesse período é de uma vitória em quatro.
Convicção 5 porque o caminho da Grasso não é teoria, ele já foi executado contra essa mesma Fiorot: no UFC 315 a Shevchenko esperou a entrada da francesa e derrubou com o cruzado no R4, e em março a mexicana fez a versão curta disso na Maycee Barber em 2:42. Quando o caminho do azarão tem precedente com nome e data, bate com o arquétipo de quem vai executar e ataca um buraco que a própria análise escreveu, o número honesto pra ele é alto e a convicção tem que descer junto. O que segura a escolha na Fiorot mesmo assim é que a Grasso precisa resolver primeiro o problema que ela não resolveu contra a Natalia Silva nem contra a Shevchenko no UFC 306: chegar. Dezoito golpes significativos em 25 minutos não é falta de sorte, é uma lutadora que não sabe caçar quem não vem. E vale registrar a ressalva do outro lado: o calibre das duas é parelho, mas a folha da Grasso é feita de lutas de cinturão contra a melhor peso mosca da história, e o saldo dela nesse período é de uma vitória em quatro.
O PARADOXO
Alguém Vai Ter Que Ir Primeiro
Todo mundo vai vender essa luta como pressão contra contra-ataque. Não é. As duas gostam de esperar. A Fiorot venceu a Erin Blanchfield praticamente de trás pra frente, respondendo, e passou três rounds lendo a Rose Namajunas em Paris. A Grasso construiu a carreira inteira em cima disso: parada, mão baixa, esperando a outra entrar. Quando as duas esperam, quem tem a ferramenta pra pontuar sem liderar ganha a luta. Essa ferramenta é a distância, e nela a francesa tem o que a mexicana não tem. Cinco centímetros de altura, alcance de perna maior, teep e a esquerda longa, e 5,66 golpes significativos por minuto contra 4,11. A Grasso, quando não consegue encurtar, some: levou 30-27 nos três cartões da Natalia Silva sem nunca achar o alcance, e acertou 18 golpes significativos em 25 minutos contra a Shevchenko no UFC 306. Vinte e cinco minutos. Dezoito golpes. Só que existe o outro lado, e ele tem data. Em maio de 2025 uma contra-atacante esperou a entrada da Fiorot e derrubou ela com o cruzado de direita no R4. Em março de 2026 a Grasso fez a versão curta disso na Maycee Barber e acabou tudo em 2:42. A francesa não é a Natalia Silva, aquela que nunca está lá pra ser acertada. A Fiorot fica. E quem fica na frente da Grasso já viu o que acontece.
Todo mundo vai vender essa luta como pressão contra contra-ataque. Não é. As duas gostam de esperar. A Fiorot venceu a Erin Blanchfield praticamente de trás pra frente, respondendo, e passou três rounds lendo a Rose Namajunas em Paris. A Grasso construiu a carreira inteira em cima disso: parada, mão baixa, esperando a outra entrar. Quando as duas esperam, quem tem a ferramenta pra pontuar sem liderar ganha a luta. Essa ferramenta é a distância, e nela a francesa tem o que a mexicana não tem. Cinco centímetros de altura, alcance de perna maior, teep e a esquerda longa, e 5,66 golpes significativos por minuto contra 4,11. A Grasso, quando não consegue encurtar, some: levou 30-27 nos três cartões da Natalia Silva sem nunca achar o alcance, e acertou 18 golpes significativos em 25 minutos contra a Shevchenko no UFC 306. Vinte e cinco minutos. Dezoito golpes. Só que existe o outro lado, e ele tem data. Em maio de 2025 uma contra-atacante esperou a entrada da Fiorot e derrubou ela com o cruzado de direita no R4. Em março de 2026 a Grasso fez a versão curta disso na Maycee Barber e acabou tudo em 2:42. A francesa não é a Natalia Silva, aquela que nunca está lá pra ser acertada. A Fiorot fica. E quem fica na frente da Grasso já viu o que acontece.
Verdade A
A Grasso tem um problema documentado e recente de entrada. Contra a Natalia Silva não achou a distância e perdeu 30-27 nos três cartões. Contra a Shevchenko no UFC 306 acertou 18 golpes em 25 minutos e sofreu 8 quedas. A Fiorot é a mais alta, tem a perna mais longa e produz 38% mais volume por minuto.
Verdade B
Mas a Fiorot é acertável de um jeito que a Natalia Silva não é. Ela avança em linha, aceita o clinch, e a única vez que enfrentou uma contra-atacante de elite saiu com o nariz quebrado no R1 e derrubada no R4. A Grasso não precisa de quinze minutos. Precisa de uma entrada.
Tale of the Tape
A Grasso é 3 anos mais nova
5 cm de vantagem pra francesa
Detalhe que quase ninguém nota: a Grasso é mais baixa e mesmo assim tem 3 cm a mais de envergadura
A Fiorot trocou Nice por Montreal em 2025 e disse que fica
Desde a derrota pra Shevchenko em maio de 2025 a francesa lutou uma vez, e durou 74 segundos
Momento Atual
Manon Fiorot
UFC Vancouver. Acertou a esquerda em cheio, não deu chance e encerrou com socos em 1:14. Primeira luta depois da mudança de camp pra Tristar, e a melhor vitória da carreira dela.
TKO R1Disputa de cinturão no UFC 315. Perdeu 48-47 nos três cartões, com o nariz aberto no R1 e uma queda sofrida no fim do R4. Em dois dos três cartões oficiais ela estava na frente depois de três rounds.
Decisão UnânimeLuta principal de cinco rounds contra a número 2. Acertou 172 golpes significativos contra 130 e não deixou a americana levar a luta pro chão uma única vez.
Decisão UnânimeUFC Paris. Venceu 30-27, 29-28 e 29-28 mesmo acertando menos golpes significativos que a ex-campeã, 58 a 60. Os juízes premiaram o domínio do octógono, não o volume.
Decisão UnânimeUFC 280. Bateu a número 1 da divisão acertando 98 a 76 e sem ceder uma queda sequer em três rounds.
Decisão UnânimeUma derrota em nove lutas no UFC, e ela foi por 48-47 nos três cartões contra a campeã. Depois daquela noite a Fiorot mudou a estrutura inteira: saiu de Nice, foi treinar na Tristar em Montreal, e admitiu em público que não estudava vídeo das adversárias porque isso criava pressão na cabeça dela. Passou a estudar. O resultado foram 74 segundos em cima da Jasmine Jasudavicius, que vinha de cinco vitórias seguidas. A ressalva é o relógio: está parada desde outubro, onze meses, e nos dezesseis meses desde a derrota pra Shevchenko ela entrou no octógono uma vez só, pra ficar 74 segundos lá dentro.
Alexa Grasso
UFC Seattle. Esperou quem vinha pra cima, encaixou a esquerda e o cruzado e foi fim de combate em 2:42. Performance da Noite e o nocaute do primeiro semestre segundo o MMA Fighting.
KO R1UFC 315. Levou 30-27 nos três cartões. Nunca achou a distância contra os chutes da brasileira, saiu cortada embaixo do olho esquerdo e foi superada em golpes, 65 a 45.
Decisão UnânimeUFC 306, terceiro capítulo da trilogia e perda do cinturão. Acertou 18 golpes significativos em 25 minutos e sofreu 8 quedas. A pior noite da carreira dela.
Decisão UnânimeNoche UFC de 2023, primeira defesa do cinturão dela. Empate dividido em cinco rounds equilibrados, com um knockdown a favor e o título mantido.
Decisão DivididaUFC 285. Mata-leão aos 4:34 do R4 em cima da campeã que dominava a divisão desde 2018. A noite que mudou a carreira dela.
Sub R4Três anos sem vencer, de março de 2023 a março de 2026, com um empate e duas derrotas no meio. Ela diz que o motivo tem nome: lesão. Depois de apagar a Maycee Barber falou ao Daniel Cormier que voltou e que a Alexa sem lesão é outra pessoa. Não é discurso vazio, aquele nocaute foi eleito o melhor do primeiro semestre de 2026 pelo MMA Fighting e valeu bônus de Performance da Noite. A pergunta honesta é se uma noite de 2:42 responde tudo o que os 25 minutos contra a Shevchenko e os 15 contra a Natalia Silva perguntaram.
Nivel de Competicao
Uma adversária em comum, e é a mais pesada possível: Valentina Shevchenko. A Grasso é a única mulher que finalizou a Shevchenko, ficou 1-1-1 na trilogia e defendeu o cinturão contra ela num empate dividido. A Fiorot enfrentou a mesma campeã em maio de 2025 e perdeu 48-47 nos três cartões, com dois dos três juízes tendo ela à frente depois de três rounds. O calibre das duas é parelho e alto, mas a natureza é diferente: a folha da Grasso é feita de lutas de cinturão, e o saldo delas é uma vitória, um empate e duas derrotas. A da Fiorot é feita de vitórias em cima da número 1, da número 2 e da número 5 da divisão.
Comparacao Estatistica
Sig. Strikes por Minuto
A Fiorot produz 38% mais volume por minuto
Precisão de Strikes (%)
Precisão praticamente idêntica, a diferença está no volume, não na pontaria
Strikes Absorvidos/Min
Defesa de Strikes (%)
Oito pontos de diferença numa luta que vai ser decidida no acúmulo
Takedowns por 15 Min
Nenhuma das duas é lutadora de queda, mas a Fiorot usa a queda pra roubar round
Precisão de Takedown (%)
Defesa de Takedown (%)
Buraco real da Grasso, mas a Fiorot é a última pessoa preparada pra explorar
Submissões por 15 Min
A Fiorot nunca tentou uma finalização no UFC. Zero absoluto
Fiorot lidera em 6 categorias · Grasso lidera em 2
Distribuicao de Vitorias e Derrotas
Vitorias
KO/TKO
Submissao
Decisao
A Fiorot só sabe vencer de duas formas: 7 nocautes e 6 decisões, e nenhuma finalização em 13 vitórias. Ela nunca tentou uma finalização no UFC, a média é 0,0 por 15 minutos. Isso fecha o mapa dela: ou machuca em pé, ou ganha nos cartões. A Grasso é mais variada, 5 nocautes, 2 finalizações e 10 decisões, e a maioria absoluta das noites dela termina com os juízes decidindo. Junte as duas colunas e o resultado é previsível: das 30 vitórias somadas, 16 vieram por decisão.
Derrotas
KO/TKO
Submissao
Decisao
Aqui está o número que decide o método dessa luta. As duas somam 7 derrotas na carreira e 6 delas foram nos cartões. Nenhuma das duas foi nocauteada uma única vez: a Fiorot em 15 lutas profissionais, a Grasso em 23. A única derrota por finalização é da mexicana, um mata-leão da Tatiana Suarez em 2018, e veio de uma lutadora de queda de nível olímpico, coisa que a Fiorot não é nem de longe, com 0,0 finalização tentada por 15 minutos. Ou seja: o caminho da Fiorot pra vencer é o cartão dos juízes, e o da Grasso também. Quem apostar em fim de combate está apostando contra 38 lutas profissionais de evidência.
Perfil de Habilidades
Fiorot
vs
Grasso
Striking em Distância
+3 Fiorot
Cinco centímetros de altura, perna mais longa e 5,66 golpes por minuto. É o terreno onde a Fiorot ganhou da Blanchfield e da Chookagian.
Striking em Curta Distância
+2 Grasso
Na curta a mexicana é a melhor boxeadora. O cruzado que apagou a Barber nasceu exatamente de uma troca de dois metros.
Poder de Nocaute
Equilibrado
A Fiorot tem 7 nocautes em 13 vitórias contra 5 em 17 da Grasso, mas a última noite da mexicana durou 2:42 e nenhuma das duas foi nocauteada na carreira.
Defesa de Striking
+1 Fiorot
66% contra 58% de defesa, e a Fiorot absorve menos por minuto. Diferença pequena que vira grande em quinze minutos.
Grappling e Clinch
+2 Fiorot
A Grasso cedeu 8 quedas em 25 minutos pra Shevchenko e defende só 54%, mas a Fiorot quase não ataca de queda. A vantagem real é a francesa defender 87% e trabalhar melhor na grade.
Cardio e Ritmo
Equilibrado
A Grasso tem quatro lutas de cinco rounds na bagagem e média de 14:56 de combate. Em três rounds isso não decide nada.
A Fiorot ganha praticamente tudo que se mede na distância longa. A Grasso ganha o único metro que interessa pra ela, o de dentro. A luta inteira é sobre quem consegue impor a própria distância nos primeiros cinco minutos.
Previsao Final
A Tese
Conviccao5/10A tese é: Manon Fiorot vence porque é ela quem escolhe onde a luta acontece, com 5,66 golpes significativos por minuto contra 4,11 e cinco centímetros de altura pra trabalhar por cima, porque a Grasso tem um problema de entrada documentado e recente, 30-27 nos três cartões contra a Natalia Silva e 18 golpes significativos em 25 minutos contra a Shevchenko no UFC 306, e porque a francesa chegou aqui depois de uma mudança concreta de estrutura, camp na Tristar em Montreal e o estudo de vídeo que ela admitiu publicamente que não fazia, com 74 segundos em cima da Jasudavicius como resposta.
A tese é: Manon Fiorot vence porque é ela quem escolhe onde a luta acontece, com 5,66 golpes significativos por minuto contra 4,11 e cinco centímetros de altura pra trabalhar por cima, porque a Grasso tem um problema de entrada documentado e recente, 30-27 nos três cartões contra a Natalia Silva e 18 golpes significativos em 25 minutos contra a Shevchenko no UFC 306, e porque a francesa chegou aqui depois de uma mudança concreta de estrutura, camp na Tristar em Montreal e o estudo de vídeo que ela admitiu publicamente que não fazia, com 74 segundos em cima da Jasudavicius como resposta.
O caminho pra isso é a Fiorot segurar o teep e a esquerda longa, obrigar a mexicana a liderar, e ir acumulando volume e domínio de octógono nos três rounds.
Isso desmorona se a Grasso encurtar a distância e transformar a noite numa troca de curta, onde o cruzado de contra dela é o golpe mais perigoso do confronto.
O Que Derruba Essa Pick
- 01
Se a Grasso encostar a Fiorot na grade nos primeiros cinco minutos e a francesa passar o round respondendo de dentro, a tese da distância morreu no R1.
- 02
Se a Fiorot chegar mordendo e avançando em linha reta atrás do nocaute, como fez com a Jasudavicius, ela entrega a entrada que a mexicana esperou a carreira inteira.
- 03
Se os cartões premiarem o golpe mais limpo em vez do volume, como aconteceu em dois dos três cartões contra a Namajunas, a Grasso ganha rounds apertados sem precisar machucar ninguém.
- 04
Se os onze meses parada aparecerem no timing da francesa nos primeiros minutos, ela vira alvo parado pra melhor boxeadora de contra da divisão.
Caminho do Azarao
A Grasso não persegue. Ela corta o octógono em diagonal em vez de andar atrás, encosta a Fiorot na grade e obriga a francesa a trocar de dentro, onde o boxe dela é superior. Toda vez que a Fiorot avança em linha reta pra recuperar a distância, a mexicana solta a esquerda e o cruzado por cima do jab, exatamente o golpe que a Shevchenko usou pra derrubar a Fiorot no R4 do UFC 315 e o mesmo que apagou a Maycee Barber em 2:42. Ela não precisa vencer os quinze minutos: precisa de dois rounds em que os juízes vejam o golpe mais limpo e mais danoso, coisa que já aconteceu com a Fiorot em dois dos três cartões contra a Namajunas. Se um desses contra-golpes pegar em cheio, acaba antes.
Condicoes Necessarias
- Cortar o octógono na diagonal nos primeiros dois minutos em vez de andar atrás da francesa, que foi o erro contra a Natalia Silva
- Fazer a Fiorot avançar em linha reta e soltar o cruzado por cima do jab na entrada, o mesmo tempo do golpe que derrubou ela no R4 do UFC 315
- Aguentar o clinch e o trabalho de grade da Fiorot sem ceder tempo de domínio, já que a defesa de queda da mexicana é de 54%
- Vender pros juízes o golpe limpo contra o volume, num round em que a diferença de produção não seja gritante
— Precedente: Shevchenko vs Fiorot, UFC 315, maio de 2025: a contra-atacante esperou a entrada da francesa, derrubou com o cruzado de direita no fim do R4 e levou 48-47 nos três cartões. E em março de 2026 a própria Grasso executou a versão curta disso na Maycee Barber, contra-golpe na entrada e fim de combate em 2:42.
Veredito
Vencedor
Manon Fiorot
Metodo
Decisão
Mais Provaveis
- 01
Como termina (qualquer lutador)
A luta vai à decisão
Decisão porque as duas somam 7 derrotas e 6 foram nos cartões, e a Grasso nunca foi nocauteada em 23 lutas profissionais. Some a isso a Fiorot com 0,0 finalização tentada por 15 minutos, o que reduz o fim de combate dela a uma via só. O mercado erra porque ancora nos 74 segundos em cima da Jasudavicius. Desmorona se a Grasso repetir na entrada o contra-golpe que apagou a Barber em 2:42.
- 02
Vencedor azarão
Alexa Grasso
Grasso porque o preço embute 36% e a leitura daqui chega em 45%, com o caminho dela tendo precedente com nome e data, a queda que a Shevchenko causou na Fiorot no R4 do UFC 315. Stake pequeno, é preço e não convicção. Desmorona se ela não conseguir encurtar a distância, exatamente o problema que a Natalia Silva expôs em maio de 2025.
- 03
Vencedor
Manon Fiorot
Fiorot é a escolha da análise porque ela controla a distância e a Grasso não tem plano B contra 87% de defesa de queda. Mas o mercado cobra 69% e a leitura daqui dá 53%, então não há vantagem nesse preço. Fica registrada como a previsão, não como a aposta. Desmorona se a francesa avançar em linha reta.
O Mais Provavel
A luta vai à decisão
É a única leitura dessa análise que não depende de acertar quem vence. Nenhuma das duas foi nocauteada na carreira inteira, a Fiorot não tenta finalização e as duas juntas perderam 6 das 7 vezes nos cartões. Na escolha da vencedora a margem é, ou seja, quase nada: quem quiser lado, que vá pequeno.
Stats Que Importam
18
golpes significativos que a Grasso acertou em 25 minutos contra a Shevchenko no UFC 306
É o piso dela quando não consegue chegar na distância de soco
29-28
a vantagem da Fiorot depois de três rounds em dois dos três cartões oficiais contra a campeã, no UFC 315
E essa luta aqui tem três rounds, não cinco
ZERO
nocautes sofridos pela Grasso em 23 lutas profissionais
O caminho da Fiorot passa pelos cartões, não pelo fim de combate
Armadilha
Fiorot por KO/TKO
O público vai comprar isso pelos 74 segundos em cima da Jasudavicius e pelos 54% de nocaute no cartel. O problema é a outra ponta: a Grasso nunca foi nocauteada em 23 lutas profissionais e não sofreu um único knockdown em quinze lutas no UFC, isso incluindo 25 minutos com a Shevchenko e três rounds com a Natalia Silva. Nem a Suarez, nem a Esparza, nem ninguém encostou o queixo dela no chão. Pagar preço curto num fim de combate contra esse histórico é comprar a narrativa da última luta, não a evidência.
O público vai comprar isso pelos 74 segundos em cima da Jasudavicius e pelos 54% de nocaute no cartel. O problema é a outra ponta: a Grasso nunca foi nocauteada em 23 lutas profissionais e não sofreu um único knockdown em quinze lutas no UFC, isso incluindo 25 minutos com a Shevchenko e três rounds com a Natalia Silva. Nem a Suarez, nem a Esparza, nem ninguém encostou o queixo dela no chão. Pagar preço curto num fim de combate contra esse histórico é comprar a narrativa da última luta, não a evidência.
COLISEUM - Analise estatistica e tatica. Dados baseados em ufcstats.com e fontes publicas.
Manon "The Beast" Fiorot vs Alexa Grasso | Noche UFC: Silva vs Delgado | 12 de Setembro, 2026 | Desert Diamond Arena, Glendale, Arizona, Estados Unidos
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