

12 de Setembro, 2026 · Desert Diamond Arena, Glendale, Arizona, Estados Unidos

Aldrich
15-7-0
#15 Peso MoscaDenver, Colorado | 33 anos

Tarin
8-0-0
Sem rankingCidade do México, México | 21 anos
Precisão Contra Produção
A Aldrich tem 17 lutas de octógono e um jeito de ganhar cartão apertado. A Tarin tem 21 anos, 8-0 e joga quase o dobro de golpes por minuto.
Conviccao
Convicção 5, e não mais que isso. O número que sustenta a escolha é a faixa de precisão: quem acertou perto de 50% contra a Aldrich venceu de forma clara, Lipski com 49% e Barber com 50%, e quem acertou 30% perdeu os cartões, Lee e Horth. A Tarin estreou em 47%. Só que esse 47% saiu de uma luta só, contra uma adversária de 6-2-1 que também acertou 105 golpes na cara dela, e é aqui que entra a ressalva de calibre entre Aldrich e Tarin: a mexicana construiu o 8-0 no Budo Sento, no Combate Global e no TNX, enquanto a americana tem dezessete lutas de octógono e já enfrentou Blanchfield, Barber, Gillian Robertson e Lipski. Some a isso o que a própria Tarin contou nesta semana, sobre ovário policístico, estresse metabólico e um corpo que chegou a não responder ao corte, mais o fato de que ela ainda não subiu na balança do UFC nas 125 libras, e você tem duas variáveis reais empurrando contra a escolha. A escolha é da mexicana pela produção, não pela certeza. O mercado abriu e recuou para perto, o que quer dizer que o dinheiro está indo para o outro lado, e isso também pesa.
Convicção 5, e não mais que isso. O número que sustenta a escolha é a faixa de precisão: quem acertou perto de 50% contra a Aldrich venceu de forma clara, Lipski com 49% e Barber com 50%, e quem acertou 30% perdeu os cartões, Lee e Horth. A Tarin estreou em 47%. Só que esse 47% saiu de uma luta só, contra uma adversária de 6-2-1 que também acertou 105 golpes na cara dela, e é aqui que entra a ressalva de calibre entre Aldrich e Tarin: a mexicana construiu o 8-0 no Budo Sento, no Combate Global e no TNX, enquanto a americana tem dezessete lutas de octógono e já enfrentou Blanchfield, Barber, Gillian Robertson e Lipski. Some a isso o que a própria Tarin contou nesta semana, sobre ovário policístico, estresse metabólico e um corpo que chegou a não responder ao corte, mais o fato de que ela ainda não subiu na balança do UFC nas 125 libras, e você tem duas variáveis reais empurrando contra a escolha. A escolha é da mexicana pela produção, não pela certeza. O mercado abriu e recuou para perto, o que quer dizer que o dinheiro está indo para o outro lado, e isso também pesa.
O PONTO QUE DECIDE
Volume Não Ganha Da JJ. Precisão Ganha.
A JJ Aldrich não perde para volume. Ela perde para volume que acerta. Em março de 2025, a Andrea Lee jogou 175 golpes significativos em cima dela e acertou 53, precisão de 30%, e a Aldrich levou 30-27 em dois dos três cartões. Em abril de 2026, a Jamey-Lyn Horth jogou 230 e acertou 70, também 30%, e a americana saiu de Winnipeg com três cartões de 29-28 mesmo tendo conectado menos que a adversária. Agora inverta a chave. A Ariane Lipski acertou 49% em 2023 e varreu ela por 30-27 nos três cartões. A Maycee Barber acertou 50% em 2019 e parou a luta no segundo round. A conta é essa, e é a mesma há sete anos. Regina Tarin estreou no UFC acertando 47%. Foram 114 golpes significativos de 239 tentativas em quinze minutos, com três dias de aviso, num peso casado de 130 libras, contra uma adversária que ela nunca tinha estudado. Só no primeiro round ela jogou 79 tentativas. Se esse número cair para os 30% da Lee e da Horth, a veterana ganha esta luta e ganha com folga. Se ele ficar onde está, a Aldrich vira a Aldrich de 2019 e de 2023. O resto é o de sempre quando a menina encontra a veterana. A Tarin tem 21 anos, 8-0, e enfrentou exatamente uma adversária deste nível na vida. A Aldrich tem 33, dezessete lutas de octógono, e já dividiu o octógono com Blanchfield, Barber, Gillian Robertson e Lipski. Uma sabe mais. A outra joga mais.
A JJ Aldrich não perde para volume. Ela perde para volume que acerta. Em março de 2025, a Andrea Lee jogou 175 golpes significativos em cima dela e acertou 53, precisão de 30%, e a Aldrich levou 30-27 em dois dos três cartões. Em abril de 2026, a Jamey-Lyn Horth jogou 230 e acertou 70, também 30%, e a americana saiu de Winnipeg com três cartões de 29-28 mesmo tendo conectado menos que a adversária. Agora inverta a chave. A Ariane Lipski acertou 49% em 2023 e varreu ela por 30-27 nos três cartões. A Maycee Barber acertou 50% em 2019 e parou a luta no segundo round. A conta é essa, e é a mesma há sete anos. Regina Tarin estreou no UFC acertando 47%. Foram 114 golpes significativos de 239 tentativas em quinze minutos, com três dias de aviso, num peso casado de 130 libras, contra uma adversária que ela nunca tinha estudado. Só no primeiro round ela jogou 79 tentativas. Se esse número cair para os 30% da Lee e da Horth, a veterana ganha esta luta e ganha com folga. Se ele ficar onde está, a Aldrich vira a Aldrich de 2019 e de 2023. O resto é o de sempre quando a menina encontra a veterana. A Tarin tem 21 anos, 8-0, e enfrentou exatamente uma adversária deste nível na vida. A Aldrich tem 33, dezessete lutas de octógono, e já dividiu o octógono com Blanchfield, Barber, Gillian Robertson e Lipski. Uma sabe mais. A outra joga mais.
Verdade A
A Aldrich já mostrou que engole volume. A Andrea Lee jogou 175 golpes nela e acertou 53. A Horth jogou 230 e acertou 70. As duas perderam nos cartões, e a segunda perdeu em casa.
Verdade B
Só que quando o volume vem acertando perto de 50%, a conta muda inteira. A Lipski acertou 49% e venceu por 30-27. A Barber acertou 50% e encerrou no R2. A Tarin estreou em 47%.
Tale of the Tape
Doze anos separam as duas
A Aldrich é cinco centímetros mais baixa e mesmo assim tem três a mais de alcance
Confronto de canhotas, sem o quebra-cabeça de stance aberto
A diferença mais brutal da tabela
Momento Atual
JJ Aldrich
Levou três cartões de 29-28 em Winnipeg mesmo conectando menos, 50 golpes significativos contra 70. Perdeu o R1 de forma clara e só melhorou no terceiro, quando acertou 27 de 60.
Decisão UnânimeA melhor atuação recente dela. Fez a Lee errar 70% das 175 tentativas e acertou 74 de 137, precisão de 54%, com duas quedas. Cartões de 30-27, 30-27 e 29-28.
Decisão UnânimeAcumulou 5:09 de domínio contra apenas 1 segundo da adversária e ainda assim perdeu nos três cartões por 29-28. Controle na grade sem dano não convence juiz.
Decisão UnânimeMais uma decisão apertada em que conectou menos que a adversária, 65 contra 67, e levou os cartões na base da agressividade e da ocupação do octógono.
Decisão UnânimeA única finalização dela em 17 lutas de UFC. Foi derrubada, reverteu, subiu nas costas e encerrou com cotoveladas aos 4:49 do R2, com 5:11 de domínio no chão.
TKO R2Duas vitórias seguidas e o número 15 do ranking na mão, mas o retrato é mais frio que a sequência. Contra a Jamey-Lyn Horth, em abril, ela conectou 50 golpes significativos contra 70 da adversária e mesmo assim levou três cartões de 29-28 em Winnipeg, com a arena da canadense em silêncio no fim. A atuação boa mesmo foi a anterior, sobre a Andrea Lee: 74 de 137, precisão de 54%, duas quedas e 30-27 em dois dos três cartões. Entre uma e outra passaram treze meses parada. Aos 33 anos, com 17 lutas de octógono, ela é a mesma de sempre: competitiva em qualquer round e sem nenhuma arma para encerrar a discussão antes do apito final.
Regina Tarin
Estreia no UFC aceita com três dias de aviso, em peso casado de 130 libras. Acertou 114 de 239 golpes significativos, 79 tentativas só no R1, e levou dois cartões de 30-27. Bônus de melhor luta da noite.
Decisão UnânimeLuta co-principal do TNX na Costa Rica. Encaixou um overhand de direita e apagou a adversária pouco depois dos dois minutos de luta.
KO R1No Combate Global, parou uma veterana do reality The Ultimate Fighter aos 4:16 do R2. A adversária de melhor currículo dela antes do UFC.
TKO R2Ganhou o cinturão inaugural dos galos do Budo Sento com TKO aos 2:27 do R4, em luta marcada para cinco rounds. É a única vez na carreira dela que a luta passou dos quinze minutos.
TKO R4Combate Global, evento México contra Japão. Resolveu no soco em 1:55 de luta, o terceiro dos quatro nocautes dela no regional.
TKO R1Oito vitórias em oito lutas, seis por nocaute ou finalização, e uma estreia no UFC que virou história de bastidor: entrou no lugar da Sofia Montenegro com três dias de aviso, num peso casado de 130 libras, bateu a Ernesta Kareckaite por 30-27, 30-27 e 29-28 e saiu de Arena CDMX com 100 mil dólares de bônus de melhor luta da noite. Foram 114 golpes significativos, 79 tentativas só no primeiro round. Aos 21 anos ela é uma das mais novas do elenco inteiro do UFC, prata no Mundial Juvenil da IMMAF em 2022 e faixa-roxa de BJJ. O que ninguém viu ainda é ela com uma preparação completa, e é isso que chega em Glendale.
Nivel de Competicao
A diferença de currículo aqui é gritante e não dá para maquiar. A Aldrich tem dezessete lutas de octógono desde 2016 e já enfrentou Erin Blanchfield, Maycee Barber, Gillian Robertson, Ariane Lipski e Andrea Lee. A Tarin tem uma luta de UFC e construiu o 8-0 no Budo Sento, no Combate Global e no TNX, batendo adversárias sem ranking do circuito mexicano e centro-americano. A ressalva, porém, vale para os dois lados: o nível recente da Aldrich também caiu bastante, as últimas cinco foram todas contra gente sem ranking, e é por isso que ela aparece no 15 e não mais acima. Nenhuma delas jamais enfrentou uma adversária do top 5 da divisão, e não há nenhum nome em comum entre as duas.
Comparacao Estatistica
Sig. Strikes por Minuto
Quase o dobro para a Tarin, mas o número dela sai de uma única luta de UFC
Precisão de Strikes (%)
Empate técnico, e é o número mais importante desta luta
Strikes Absorvidos/Min
As duas apanham muito, e a mexicana apanha bem mais
Defesa de Strikes (%)
Vantagem pequena da Aldrich, e é o que sustenta o caminho dela
Takedowns por 15 Min
Precisão de Takedown (%)
A Aldrich foi 0 de 12 contra a Lipski, a queda não é plano B confiável para ela
Defesa de Takedown (%)
Os 50% da Tarin vêm de duas tentativas sofridas, amostra que não diz quase nada
Submissões por 15 Min
Aldrich lidera em 3 categorias · Tarin lidera em 4
Distribuicao de Vitorias e Derrotas
Vitorias
KO/TKO
Submissao
Decisao
Duas maneiras opostas de ganhar luta. A Aldrich tem doze das quinze vitórias na decisão, 80%, e nenhuma finalização em toda a carreira profissional. O único nocaute técnico dela no UFC foi contra a Liang Na, em 2023, com cotoveladas depois de ela reverter uma queda e subir nas costas, aos 4:49 do R2. A Tarin tem seis finalizações em oito vitórias, quatro por nocaute e duas por mata-leão, e quatro delas no primeiro round. Só que essa conta foi feita no regional: no octógono ela precisou dos quinze minutos e não derrubou a adversária uma única vez em 114 golpes conectados. O método desta luta mora nessa distância entre o que ela faz no Budo Sento e o que ela mostrou no UFC.
Derrotas
KO/TKO
Submissao
Decisao
Aqui está o piso da Aldrich, e ele é mais duro do que parece. Sete derrotas, e só uma por golpe: a Maycee Barber, em março de 2019, sete anos atrás. As outras duas finalizações são a guilhotina em pé da Erin Blanchfield em 2022 e um mata-leão técnico da Jamie Moyle no Invicta, em 2015. Ou seja, 57% das derrotas dela vieram na decisão, e quatorze das dezessete lutas dela no UFC foram aos quinze minutos. Para vencer a Aldrich, o caminho quase sempre passa pelos cartões, e é justamente por isso que apostar no nocaute da mexicana é a armadilha da noite. A Tarin não tem derrota profissional para ler, o que é informação zero e não prova de resistência: o único registro de alguém batendo nela é um TKO amador para a Joceline Saucedo em março de 2022, em menos de dois minutos, quatro anos e meio atrás e num nível que não conversa com este. Amostra de zero derrota não é queixo comprovado, é ausência de dado.
Perfil de Habilidades
Aldrich
vs
Tarin
Striking em Distância
+1 Aldrich
A Aldrich tem três centímetros a mais de alcance e o melhor trabalho dela é de contragolpe: 54% de precisão contra a Andrea Lee, que jogou 175 e acertou 53.
Volume e Pressão
+4 Tarin
7,60 golpes significativos por minuto contra 3,92, e 239 tentativas em quinze minutos na estreia contra as 149 que a Aldrich jogou na Horth.
Poder de Nocaute
+2 Tarin
Quatro nocautes em oito vitórias da Tarin contra três em quinze da Aldrich, mas nenhum knockdown da mexicana nos quinze minutos que ela fez no octógono.
Defesa de Striking
+1 Aldrich
61% de defesa da Aldrich contra 57%, e 4,34 golpes absorvidos por minuto contra 7,00. As duas apanham, a mexicana apanha mais.
Grappling e Clinch
+2 Aldrich
67% de defesa de quedas da Aldrich, que já reverteu para as costas e finalizou a Liang Na e fez 4 de 7 quedas na Cortney Casey. A Tarin tem duas tentativas sofridas no UFC, amostra que não diz nada.
Cardio (3 rounds)
+1 Aldrich
Quatorze das dezessete lutas da Aldrich no UFC foram aos quinze minutos. A Tarin só passou dos quinze uma vez na carreira, no cinturão do Budo Sento, e ainda não fez a balança de 125 no UFC.
No papel a Aldrich leva quatro dos seis itens, e isso é honesto: ela é mais precisa, defende melhor, tem mais alcance e tem quilometragem de quinze minutos que a outra não tem. O problema é que o único item que a Tarin domina de verdade, produção, é justamente o que decidiu quase todas as derrotas da americana. Não é uma luta de quem sabe mais. É uma luta de quem impõe o próprio ritmo primeiro.
Previsao Final
A Tese
Conviccao5/10A tese é: Regina Tarin vence porque produz quase o dobro de golpes significativos por minuto que a adversária, 7,60 contra 3,92, e estreou no UFC acertando 47%, faixa de precisão que já varreu a Aldrich antes, com a Ariane Lipski acertando 49% e ganhando por 30-27 e a Maycee Barber acertando 50% e parando a luta no R2, porque a americana absorve 4,34 golpes por minuto e não tem plano B confiável, tendo ido 0 de 12 em tentativas de queda contra a Lipski e carregando 25% de precisão de queda na carreira, e porque a mexicana é doze anos mais nova, cinco centímetros mais alta e vem de dois cartões de 30-27 numa estreia aceita com três dias de aviso.
A tese é: Regina Tarin vence porque produz quase o dobro de golpes significativos por minuto que a adversária, 7,60 contra 3,92, e estreou no UFC acertando 47%, faixa de precisão que já varreu a Aldrich antes, com a Ariane Lipski acertando 49% e ganhando por 30-27 e a Maycee Barber acertando 50% e parando a luta no R2, porque a americana absorve 4,34 golpes por minuto e não tem plano B confiável, tendo ido 0 de 12 em tentativas de queda contra a Lipski e carregando 25% de precisão de queda na carreira, e porque a mexicana é doze anos mais nova, cinco centímetros mais alta e vem de dois cartões de 30-27 numa estreia aceita com três dias de aviso.
O caminho é a Tarin encurtar a distância desde o primeiro minuto, transformar cada round numa disputa de produção em que ela joga setenta a oitenta golpes, e chegar ao R3 na frente.
Isso desmorona se o corte para 125 libras, o primeiro dela na balança do UFC e com histórico público de ovário policístico e estresse metabólico, drenar o motor, ou se a Aldrich repetir a leitura que aplicou na Andrea Lee, quando fez a adversária errar 70% de 175 tentativas e acertou 54% dos próprios golpes.
O Que Derruba Essa Pick
- 01
Se a Aldrich fizer a Tarin errar como fez com a Andrea Lee, que jogou 175 golpes e acertou 53, a tese da produção some inteira: volume que não acerta não ganha round.
- 02
Se a Tarin chegar ao terceiro round respirando pela boca, o corte para 125 cobrou o preço e a Aldrich, que foi aos quinze minutos em quatorze das dezessete lutas no UFC, herda a luta.
- 03
Se a americana encaixar as quedas e o domínio que usou contra a Cortney Casey, quando fez 4 de 7 quedas e 5:44 de controle, ou reverter para as costas como fez na Liang Na, os cartões viram para o lado dela.
- 04
Se o confronto de canhotas travar a troca e a luta virar disputa de jab na distância, os três centímetros de alcance e os 61% de defesa da Aldrich começam a decidir rounds.
Caminho do Azarao
A Aldrich não tenta ganhar a briga de produção, ela tenta ganhar a briga de acerto. Sai de trás do jab de canhota, usa os três centímetros de alcance a mais para obrigar a Tarin a entrar, e cobra cada entrada da mexicana com contragolpe limpo. Foi exatamente o que fez com a Andrea Lee em março de 2025: a Lee jogou 175 golpes significativos e acertou 53, precisão de 30%, enquanto a Aldrich acertou 74 de 137, precisão de 54%, e levou 30-27, 30-27 e 29-28. Nos rounds 2 e 3, quando o corte de peso cobrar, ela mistura a queda e o clinch na grade, controla, e entrega aos juízes exatamente o tipo de luta que já premiou ela quatro vezes no UFC mesmo com ela conectando menos que a adversária.
Condicoes Necessarias
- Passar os primeiros cinco minutos sem dano acumulado: a Tarin jogou 79 golpes só no R1 contra a Kareckaite, e a Aldrich acertou 16% no R1 contra a Horth e 30% no R1 contra a Barber
- Manter a precisão acima de 45%, o número que ela entregou contra a Andrea Lee e não entregou contra a Barber nem contra a Horth
- Tirar a Tarin do clinch, onde a mexicana acertou 23 de 30 golpes na estreia, e obrigar a luta a acontecer na distância de jab
- Chegar ao R3 com a luta empatada, que é onde o primeiro corte para 125 no UFC pode aparecer e onde a americana já foi quatorze vezes em dezessete lutas
— Precedente: Aldrich vs Andrea Lee (1 de março de 2025): a adversária jogou 175 golpes significativos, acertou apenas 53 e perdeu por 30-27 em dois dos três cartões, enquanto a Aldrich acertava 54% do que jogava. É o modelo exato de como a veterana derruba uma luta de volume sem precisar vencer a disputa de produção.
Veredito
Vencedor
Regina Tarin
Metodo
Decisão
Mais Provaveis
- 01
Vencedor
Regina Tarin
Tarin porque produz 7,60 golpes significativos por minuto contra 3,92 da Aldrich e estreou acertando 47%, faixa que já varreu a americana duas vezes. O mercado abriu e recuou para perto, ou seja, o dinheiro está do lado da veterana, então isso é aposta de stake reduzido e não de confiança. Desmorona se a Tarin errar como a Andrea Lee errou, 53 de 175.
- 02
Vencedor azarão
JJ Aldrich
A Aldrich porque ela é a única das duas com um plano comprovado contra uma luta de volume: na Andrea Lee ela fez a adversária acertar 30% e acertou 54% dos próprios golpes. O mercado precifica os 21 anos e o 8-0 e paga pouco pelas dezessete lutas de octógono. Desmorona se ela entregar o primeiro round como entregou contra Horth e contra Barber.
- 03
Como termina (qualquer lutador)
A luta vai à decisão
A decisão porque a Aldrich foi aos quinze minutos em quatorze das dezessete lutas no UFC e foi parada por golpes uma única vez em 22 lutas profissionais, e porque a Tarin, no único teste dela em nível de octógono, conectou 114 golpes sem um knockdown. O mercado precifica a taxa de finalização regional da mexicana, de 75%, e não o que ela mostrou no UFC. Desmorona se a Aldrich, aos 33 anos e com essa quilometragem, aceitar trocar parada no R3.
O Mais Provavel
A luta vai à decisão
É a leitura mais firme da noite e vale mais do que o vencedor. No vencedor eu fico com a Tarin, mas em convicção 5, com o caminho da azarona em 45% e a linha andando contra mim, ou seja, stake pequeno ou nenhum. A distância dos três rounds tem dois currículos apoiando: a Aldrich não é parada por golpes desde março de 2019 e a Tarin não derrubou ninguém nos únicos quinze minutos que fez no octógono.
Stats Que Importam
47%
a precisão da Tarin na estreia no UFC, 114 de 239 golpes significativos
Lipski (49%) e Barber (50%) venceram a Aldrich com folga; Lee (30%) e Horth (30%) perderam nos cartões
ZERO
knockdowns da Tarin em quinze minutos de octógono
Quatro nocautes em oito vitórias no regional que ainda não apareceram no UFC
10 de 17
lutas da Aldrich no UFC em que ela acertou MENOS golpes que a adversária
Ela venceu quatro delas mesmo assim, e é aí que mora a chance da veterana
Armadilha
Tarin por nocaute
É a aposta óbvia da noite e é onde o dinheiro fácil vai. O público olha 8-0, quatro nocautes, apelido de Kill Bill e quatro vitórias no primeiro round, e esquece de duas coisas. A primeira: aquilo foi construído no Budo Sento, no Combate Global e no TNX, e no octógono ela conectou 114 golpes em quinze minutos sem derrubar a Kareckaite uma única vez. A segunda: a Aldrich foi parada por golpes uma vez em 22 lutas profissionais, contra a Maycee Barber, em março de 2019. São sete anos sem cair. Quem quiser a Tarin, pegue no vencedor ou nos cartões, não no nocaute.
É a aposta óbvia da noite e é onde o dinheiro fácil vai. O público olha 8-0, quatro nocautes, apelido de Kill Bill e quatro vitórias no primeiro round, e esquece de duas coisas. A primeira: aquilo foi construído no Budo Sento, no Combate Global e no TNX, e no octógono ela conectou 114 golpes em quinze minutos sem derrubar a Kareckaite uma única vez. A segunda: a Aldrich foi parada por golpes uma vez em 22 lutas profissionais, contra a Maycee Barber, em março de 2019. São sete anos sem cair. Quem quiser a Tarin, pegue no vencedor ou nos cartões, não no nocaute.
COLISEUM - Analise estatistica e tatica. Dados baseados em ufcstats.com e fontes publicas.
JJ Aldrich vs Regina "Kill Bill" Tarin | Noche UFC: Silva vs Delgado | 12 de Setembro, 2026 | Desert Diamond Arena, Glendale, Arizona, Estados Unidos
Libere o card inteiro
Cadastre o cartão e todas as lutas do card abrem na hora. Os 7 primeiros dias não custam nada e você cancela quando quiser.
- Todas as lutas do card, do main event às early prelims
- Provável vencedor, método e nível de convicção em cada luta
- Os próximos cards entram no mesmo acesso
Escolha o plano. Os 7 primeiros dias não custam nada.
Cartão agora, primeira cobrança só no fim dos 7 dias. Cancele quando quiser.
Ao assinar você concorda com os Termos de Uso e a Política de Privacidade. Veja a Política de Reembolso.