

3 de Outubro, 2026 · Delta Center, Salt Lake City, Estados Unidos

Rodriguez
7-0-0
Sem rankingEnsenada, México | 26 anos

Coria
13-3-0
Sem rankingHouston, Texas, EUA | 28 anos | 1 sem resultado (NC)
Poder Invicto Contra a Distância
Seis nocautes em sete vitórias de um lado. Do outro, três vitórias no UFC e nenhuma derrota por nocaute nas 16 lutas com resultado oficial. Em Salt Lake City, a explosão do mexicano encontra o jab e a envergadura do lutador de Houston.
Conviccao
Convicção 2 porque a vantagem é mínima, as amostras são curtas e o chão não desempata. O Rodriguez tem menos de 12 minutos de UFC e Contender Series, e o Coria enfrentou no UFC adversários sem ranking. O poder do Rodriguez e a resistência do Coria são evidências da mesma classe e pesam igual: seis nocautes em sete vitórias, quatro deles no circuito regional, um no Contender Series e um no UFC, com dois adversários parados em 11:33 nesses dois níveis, contra 16 lutas do Coria com resultado oficial sem derrota por nocaute. As duas são exposição observada e finita; nenhuma é imunidade, nenhuma é certeza. No meu julgamento se compensam. Os agregados não entram: o Coria defende mais (70% contra 58%), o Rodriguez acerta mais e com mais precisão (5,71 contra 4,05 por minuto, 56% contra 42%), e os números do Rodriguez saem de duas lutas, UFC e Contender Series, quase todos da luta contra o Borjas (9:21 dos 11:33). As vulnerabilidades de uma luta só recebem o mesmo tratamento: o Rodriguez machucado e no chão no R1 contra o Borjas, o Coria cedendo pelo menos quatro quedas ao Nicoll, os dois vencendo. Cada uma sustenta a rota do adversário e nenhuma vira vantagem comparativa. Pelo chão, o acesso favorece o Rodriguez, mas a queda dele entrou uma vez em UFC e Contender Series (1 de 3 em 11:33), contra o Borjas, e o relato diz que ele fez pouco dano por cima. O único número de duração, mais de três minutos de domínio no round, vem de um relato só e não foi confirmado nas estatísticas oficiais. O Coria venceu o Nicoll por 30-27, 30-27 e 29-28 mesmo cedendo quedas e tem mais trabalho por cima documentado no UFC, contra o Costa e o Gurule. Por isso o chão fica equilibrado e em aberto. Sobra o alcance do Coria, pequeno e mais de medida do que de trocação comparada (10 cm de altura e 6 cm de envergadura a mais), e é isso que inclina a escolha, só um pouco, no limite do empate. O uppercut dele não entra, porque nenhum relato diz que respondeu a entradas do adversário. A duração não sustenta nada: o fôlego do Rodriguez em três rounds profissionais é desconhecido. O maior risco é a direita do Rodriguez. A estimativa de 50% é editorial, não calibrada.
Convicção 2 porque a vantagem é mínima, as amostras são curtas e o chão não desempata. O Rodriguez tem menos de 12 minutos de UFC e Contender Series, e o Coria enfrentou no UFC adversários sem ranking. O poder do Rodriguez e a resistência do Coria são evidências da mesma classe e pesam igual: seis nocautes em sete vitórias, quatro deles no circuito regional, um no Contender Series e um no UFC, com dois adversários parados em 11:33 nesses dois níveis, contra 16 lutas do Coria com resultado oficial sem derrota por nocaute. As duas são exposição observada e finita; nenhuma é imunidade, nenhuma é certeza. No meu julgamento se compensam. Os agregados não entram: o Coria defende mais (70% contra 58%), o Rodriguez acerta mais e com mais precisão (5,71 contra 4,05 por minuto, 56% contra 42%), e os números do Rodriguez saem de duas lutas, UFC e Contender Series, quase todos da luta contra o Borjas (9:21 dos 11:33). As vulnerabilidades de uma luta só recebem o mesmo tratamento: o Rodriguez machucado e no chão no R1 contra o Borjas, o Coria cedendo pelo menos quatro quedas ao Nicoll, os dois vencendo. Cada uma sustenta a rota do adversário e nenhuma vira vantagem comparativa. Pelo chão, o acesso favorece o Rodriguez, mas a queda dele entrou uma vez em UFC e Contender Series (1 de 3 em 11:33), contra o Borjas, e o relato diz que ele fez pouco dano por cima. O único número de duração, mais de três minutos de domínio no round, vem de um relato só e não foi confirmado nas estatísticas oficiais. O Coria venceu o Nicoll por 30-27, 30-27 e 29-28 mesmo cedendo quedas e tem mais trabalho por cima documentado no UFC, contra o Costa e o Gurule. Por isso o chão fica equilibrado e em aberto. Sobra o alcance do Coria, pequeno e mais de medida do que de trocação comparada (10 cm de altura e 6 cm de envergadura a mais), e é isso que inclina a escolha, só um pouco, no limite do empate. O uppercut dele não entra, porque nenhum relato diz que respondeu a entradas do adversário. A duração não sustenta nada: o fôlego do Rodriguez em três rounds profissionais é desconhecido. O maior risco é a direita do Rodriguez. A estimativa de 50% é editorial, não calibrada.
A GRANDE INCÓGNITA
A Queda Vai Ficar?
O Rodriguez é 10 cm mais baixo e tem 6 cm a menos de envergadura. Para chegar na distância de soco dele, ou encurta a distância na trocação ou derruba. Contra o Borjas, foi machucado por uma esquerda pesada no R1, foi ao chão e se salvou com uma queda antes de nocautear no R2. O Coria dá abertura para a queda. O Nicoll, que caiu para 0-4 no UFC com essa derrota, derrubou ele pelo menos quatro vezes em julho e fechou o R2 com um slam. Mesmo assim, o Coria venceu os três cartões. As fontes registram que ele voltou rápido para o pé no R1 e atacou guilhotinas de frente enquanto levantava no R3, mas também uppercuts limpos no R1, golpes limpos na grade no R2 e pressão constante no R3. Nenhuma fonte diz o que pesou para os juízes. Contra o Gurule, reverteu uma tentativa de queda e ficou por cima. Então, se a luta for para o chão, não basta saber quem derruba: pesa o que acontece depois. Isso não decide a escolha, que sai da trocação em pé, mas é a maior dúvida sobre uma das vias do Rodriguez até a direita. No UFC e no Contender Series, o Rodriguez segurou a posição por cima uma vez: machucado pelo Borjas no R1, a queda deu tempo para ele se recuperar e ele fechou o round com cotoveladas por cima. O relato do Cageside Press diz que ele fez pouco dano por cima e que as cotoveladas vieram quando o árbitro pediu ação. Um relato fala em mais de três minutos de domínio no round, número que não consegui confirmar nas estatísticas oficiais. É uma amostra só, contra o Borjas e com o Rodriguez tentando sobreviver. Se ele repetir isso contra o Coria, e com mais dano, ganha rounds e cria a janela do nocaute. Se o Coria levantar como no R1 contra o Nicoll, a luta volta para a trocação, onde ele tem o alcance e um uppercut que já entrou de perto contra o Gurule e o Nicoll.
O Rodriguez é 10 cm mais baixo e tem 6 cm a menos de envergadura. Para chegar na distância de soco dele, ou encurta a distância na trocação ou derruba. Contra o Borjas, foi machucado por uma esquerda pesada no R1, foi ao chão e se salvou com uma queda antes de nocautear no R2. O Coria dá abertura para a queda. O Nicoll, que caiu para 0-4 no UFC com essa derrota, derrubou ele pelo menos quatro vezes em julho e fechou o R2 com um slam. Mesmo assim, o Coria venceu os três cartões. As fontes registram que ele voltou rápido para o pé no R1 e atacou guilhotinas de frente enquanto levantava no R3, mas também uppercuts limpos no R1, golpes limpos na grade no R2 e pressão constante no R3. Nenhuma fonte diz o que pesou para os juízes. Contra o Gurule, reverteu uma tentativa de queda e ficou por cima. Então, se a luta for para o chão, não basta saber quem derruba: pesa o que acontece depois. Isso não decide a escolha, que sai da trocação em pé, mas é a maior dúvida sobre uma das vias do Rodriguez até a direita. No UFC e no Contender Series, o Rodriguez segurou a posição por cima uma vez: machucado pelo Borjas no R1, a queda deu tempo para ele se recuperar e ele fechou o round com cotoveladas por cima. O relato do Cageside Press diz que ele fez pouco dano por cima e que as cotoveladas vieram quando o árbitro pediu ação. Um relato fala em mais de três minutos de domínio no round, número que não consegui confirmar nas estatísticas oficiais. É uma amostra só, contra o Borjas e com o Rodriguez tentando sobreviver. Se ele repetir isso contra o Coria, e com mais dano, ganha rounds e cria a janela do nocaute. Se o Coria levantar como no R1 contra o Nicoll, a luta volta para a trocação, onde ele tem o alcance e um uppercut que já entrou de perto contra o Gurule e o Nicoll.
Verdade A
Pelo cartel, o Rodriguez é quem mais nocauteia: seis nocautes em sete vitórias, quatro deles no circuito regional, e parou os dois adversários que enfrentou no UFC e no Contender Series, em 11:33 somados. Também tem uma queda que já funcionou sob pressão. O Coria cedeu pelo menos quatro quedas ao Nicoll; se o Rodriguez chegar a essas posições e transformar o tempo por cima em dano, algo que a única amostra dele por cima no UFC e no Contender Series mostrou pouco, ganha rounds e abre espaço para a direita.
Verdade B
O Coria não tem derrota por nocaute nas 16 lutas com resultado oficial, tem mais altura e envergadura e ameaçou guilhotina contra o Gurule e o Nicoll. O Rodriguez já foi machucado por uma esquerda e foi ao chão no R1 da estreia no UFC.
Tale of the Tape
Coria é dois anos mais velho
Coria é 10 cm mais alto
6 cm de envergadura a mais para o Coria
Rodriguez nunca passou do R2 como profissional; foi três rounds só na exibição do TUF
Momento Atual
Imanol Rodriguez
Estreia no UFC, na Cidade do México. Foi machucado por uma esquerda pesada do Borjas e foi ao chão no R1, conseguiu a queda para se recuperar, trabalhou cotoveladas por cima e, no R2, derrubou o Borjas com a direita e fechou com os golpes seguintes até o árbitro parar.
TKO R2Contender Series. Resolveu em 2:12 do R1 com socos e levou o contrato com o UFC.
TKO R1Fury FC 96. Nocaute no R1 sobre o mesmo Alberto Trujillo que tinha vencido o Coria por decisão oito meses antes.
TKO R1Fury FC 93. Mais um nocaute rápido, em 1:50 do primeiro round.
TKO R1Combate Global. Mata-leão em 1:30 do R1, a única finalização do cartel dele.
Finalização R1Sete vitórias em sete lutas profissionais, seis por nocaute. A estreia no UFC foi uma virada: o Borjas machucou ele com uma esquerda pesada e o levou ao chão no R1, ele se salvou com uma queda e nocauteou no R2. Antes disso, venceu no Contender Series em 2:12 e perdeu a semifinal do TUF 33 por decisão dividida, em luta de exibição que não entra no cartel. A lista abaixo traz só lutas profissionais, sem as exibições do TUF. Está parado desde 28 de fevereiro, cerca de sete meses.
Alden Coria
UFC Oklahoma City. Uppercuts limpos e pressão em pé, mas cedeu pelo menos quatro quedas. Voltou rápido para o pé no R1 e atacou guilhotinas de frente enquanto levantava no R3. Cartões 30-27, 30-27, 29-28.
Decisão UnânimeUFC Houston, em casa. Trabalhou de fora no R1, acertou o uppercut nos rounds seguintes, reverteu uma queda do Gurule, ameaçou guilhotina e dominou o R3. 30-27 nos três cartões.
Decisão UnânimeEstreia no Noche UFC, substituindo o Chairez em cima da hora. Jab e leitura no R1, queda no R2, e parou o Costa, que parecia lesionado no pé, a 0:47 do R3.
TKO R3Fury FC 104. Nocaute com cotoveladas no R2.
TKO R2Fury FC 100. Resultado revertido para sem resultado. O motivo da revisão não foi confirmado nas fontes consultadas.
NC R13-0 no UFC desde a estreia em cima da hora, quando substituiu o lesionado Edgar Chairez e parou o Alessandro Costa no R3. Depois vieram duas decisões claras: 30-27 nos três cartões contra o Luis Gurule em Houston e vitória unânime sobre o Stewart Nicoll em julho. Volta com cerca de onze semanas de intervalo. A ressalva vem da última luta: o Nicoll derrubou ele várias vezes e fechou o R2 com um slam.
Nivel de Competicao
Um adversário em comum: Alberto Trujillo. Ele venceu o Coria por decisão unânime em janeiro de 2024, no Fury FC 85, e foi nocauteado pelo Rodriguez no R1 em setembro de 2024, no Fury FC 96. São lutas diferentes, em datas diferentes, e isso não prova superioridade de ninguém. As amostras são curtas dos dois lados: Coria tem 40:47 de octógono em três lutas no UFC; Rodriguez tem 11:33 somando UFC e Contender Series, porque resolveu as duas cedo.
Comparacao Estatistica
Sig. Strikes por Minuto
Rodriguez: UFC + Contender Series, 2 lutas, 11:33. Coria: só UFC, 3 lutas, 40:47. Amostras de tamanho muito diferente.
Precisão de Strikes (%)
Strikes Absorvidos/Min
Os dois absorvem pouco, mas os 2,42 do Rodriguez incluem o R1 em que foi derrubado pelo Borjas.
Defesa de Strikes (%)
Quedas completadas por 15 min
Rodriguez: 1 queda em 11:33, os 1,30 que o UFC.com exibe. Coria: 2 quedas em 40:47, contagem do UFC.com que bate com as quedas descritas contra o Costa e o Gurule. O perfil dele exibe 2,21 por 15 min, número que exigiria 6 quedas e repete o de strikes absorvidos; por isso usamos o cálculo pelas contagens.
Precisão de Quedas (%)
Tamanho da amostra: Rodriguez: 3 · Coria: 11
Rodriguez 1 de 3; Coria 2 de 11.
Defesa de Quedas (%)
Rodriguez: Sem contagem auditada de quedas tentadas contra ele no UFC e no Contender Series
Sem contagem auditada de tentativas sofridas pelo Rodriguez. Os 56% do Coria vêm sem denominador publicado; o Nicoll completou pelo menos quatro quedas.
Tentativas de finalização por 15 min
Rodriguez: 0,00 no UFC.com, em 11:33 de UFC e Contender Series. Nenhuma tentativa registrada numa amostra curta, o que não mede o jogo de finalização dele. O 1,47 do Coria conta tentativas, não finalizações. A divisão por luta não foi verificada.
Rodriguez lidera em 4 categorias · Coria lidera em 3
Distribuicao de Vitorias e Derrotas
Vitorias
KO/TKO
Submissao
Decisao
Rodriguez nunca venceu por decisão: seis nocautes e um mata-leão, e nenhuma luta profissional passou do R2. Coria é distribuído: cinco nocautes, quatro finalizações e quatro decisões, com as duas últimas vitórias no UFC indo para os cartões. Isso descreve estilos, não prova o método desta luta: o Rodriguez ainda não foi testado em três rounds profissionais, e o Coria já mostrou que também para lutas.
Derrotas
KO/TKO
Submissao
Decisao
Rodriguez é invicto como profissional, então não há distribuição de derrotas para ler. Isso não é imunidade: o Borjas machucou ele e o levou ao chão no R1 e o Morales pegou as costas dele na exibição do TUF. Coria tem três derrotas, duas por decisão e uma por mata-leão em 2022, e nenhuma por nocaute nas 16 lutas com resultado oficial (a 17ª, contra o Paris Moran, virou sem resultado). O caminho documentado para bater o Coria passou pelos cartões ou pelas costas, não pelo nocaute.
Perfil de Habilidades
Rodriguez
vs
Coria
Striking em Distância
+1 Coria
Coria é mais alto e tem mais envergadura. Abriu com movimentação e jab contra o Costa e trabalhou de fora no R1 contra o Gurule: são os dois rounds de trabalho de fora documentados. O uppercut, golpe de curta distância, entrou no R2 e no R3 contra o Gurule; o relato não diz se veio nas entradas do adversário ou nas dele. Contra o Nicoll, o relato registra dois uppercuts limpos no R1, sem dizer a distância, golpes limpos na grade no R2 e pressão constante no R3. Do lado do Rodriguez, a estreia no UFC abriu com chutes rápidos na parte de fora da coxa do Borjas, até ele ser machucado por uma esquerda pesada, o que vale para os dois lados. Na exibição do TUF, que não entra no cartel, ele foi melhor em pé no R2 contra o Morales, com jab, combinações e ganchos no corpo. Nenhuma das duas amostras mostra alguém controlando a distância contra um adversário parecido, por isso a vantagem do Coria aqui é pequena e vem mais das medidas do que de trocação comparada.
Poder de Nocaute
+2 Rodriguez
Seis nocautes em sete vitórias: quatro no circuito regional (BSC 11, BSC 15, Fury FC 93 e Fury FC 96), um no Contender Series e um no UFC, com a direita que derrubou o Borjas antes da interrupção no R2. Parou os dois adversários do UFC e do Contender Series, em 11:33 somados, amostra ainda mais curta que os 40:47 do Coria. O Coria tem 0,00 de média de knockdown no UFC, em 40:47 de octógono e três lutas. É uma amostra curta, não uma descrição de como ele machuca: tem cinco nocautes no cartel, com socos, joelhada e cotoveladas, e parou o Costa no R3 na estreia no UFC.
Quedas e Jogo por Cima
Equilibrado
Olhando só lutas profissionais, os dois têm argumento. Rodriguez: 1 de 3 quedas em 11:33 de UFC e Contender Series. A que entrou, contra o Borjas, ficou e deu tempo para ele se recuperar, mas o relato diz que ele fez pouco dano por cima e que as cotoveladas vieram quando o árbitro pediu ação. Coria: 2 de 11 quedas no UFC. Derrubou o Costa com bodylock, levou uma raspagem de kimura que deu as costas ao Costa e voltou por cima com ground and pound; contra o Gurule, reverteu uma tentativa de queda para ficar por cima e derrubou com facilidade no R3. O ponto fraco dele é a defesa: cedeu pelo menos quatro quedas ao Nicoll e fechou o R2 debaixo de um slam, mas voltou rápido para o pé no R1 e atacou o pescoço enquanto levantava no R3. A exibição do TUF, que não entra no cartel, corta para os dois lados: o Morales derrubou o Rodriguez em menos de 90 segundos e pegou as costas dele com triângulo de corpo no R1, e no R3 foi o Rodriguez quem ficou quase quatro minutos nas costas do Morales. O acesso à queda favorece o Rodriguez; o trabalho por cima documentado no UFC favorece o Coria. Fica equilibrado.
Defesa de Striking
+1 Coria
70% contra 58% no papel, em amostras muito diferentes: os 58% do Rodriguez saem quase todos da luta contra o Borjas, em que ele foi machucado por uma esquerda e foi ao chão no R1. É uma luta só, e ele venceu. Não entra na escolha: os números de ataque vão para o Rodriguez e vêm das mesmas amostras curtas.
Ameaça de Finalização
+1 Coria
Quatro finalizações no cartel do Coria. No UFC, ameaçou guilhotina depois de reverter a queda do Gurule e atacou guilhotinas de frente enquanto levantava contra o Nicoll. São tentativas, sem consequência registrada: o Nicoll completou pelo menos quatro quedas na luta. Rodriguez tem um mata-leão no cartel e ficou quase quatro minutos nas costas do Morales na exibição do TUF, que não entra no cartel, sem finalizar.
Cardio (3 rounds)
Equilibrado
Coria já foi 15 minutos duas vezes no UFC. Rodriguez nunca passou do R2 como profissional, então o fôlego dele em três rounds é desconhecido, não ruim. A única amostra de três rounds que existe vai contra a ideia de queda no fim: na exibição do TUF, ele foi melhor em pé no R2 e passou quase quatro minutos nas costas do Morales no R3, com ground and pound. É exibição, não cartel, por isso fica sem vantagem para ninguém.
Rodriguez ganha nos momentos de explosão: quando encurta a distância, quando derruba e quando encaixa a direita. Coria ganha no alcance, mas a vantagem dele na trocação de fora é pequena. O chão está em aberto. O acesso é do Rodriguez, porque o Coria cedeu pelo menos quatro quedas ao Nicoll e fechou o R2 debaixo de um slam. O resto não pende para o mexicano: a única amostra dele por cima no UFC e no Contender Series teve pouco dano, e o Coria tem mais trabalho por cima documentado no UFC e venceu os três cartões contra o Nicoll mesmo cedendo essas quedas. A duração é uma incógnita do lado do Rodriguez, não um ponto a favor do Coria: o mexicano nunca passou do R2 como profissional, mas terminou forte o R3 da exibição do TUF. Na trocação em pé, o poder do Rodriguez e a resistência do Coria se compensam, e o que sobra é o alcance, pequeno, do Coria. É dali que sai a escolha. O chão não decide a escolha: é a maior incógnita de uma das vias do Rodriguez até a direita, ou seja, quanto tempo ele consegue manter o Coria por baixo e o que faz ali.
Previsao Final
A Tese
Conviccao2/10A tese é: Alden Coria vence por decisão numa luta no limite do empate, porque, no meu julgamento, o poder do Rodriguez e a resistência do Coria se compensam e o que sobra é o alcance do Coria. Poder e resistência são evidências da mesma classe: seis nocautes em sete vitórias do Rodriguez, quatro no circuito regional, um no Contender Series e um no UFC, com dois adversários parados em 11:33 de UFC e Contender Series; nenhuma derrota por nocaute do Coria nas 16 lutas com resultado oficial. As duas são exposição observada e finita, nenhuma é imunidade ou certeza, e recebem o mesmo peso. O Coria tem 10 cm de altura e 6 cm de envergadura a mais, com trabalho de fora documentado em dois rounds de abertura (R1 contra o Costa e R1 contra o Gurule); é uma vantagem pequena, mais de medida do que de trocação comparada. Os agregados se dividem (o Coria defende mais, o Rodriguez acerta mais e com mais precisão, numa amostra quase toda de uma luta) e ficam fora da escolha. As duas vulnerabilidades documentadas numa luta só recebem o mesmo tratamento: o Rodriguez foi machucado e foi ao chão no R1 contra o Borjas e venceu; o Coria cedeu pelo menos quatro quedas ao Nicoll e venceu. Cada uma alimenta a rota do adversário, nenhuma desempata. O chão, maior incógnita de uma das vias do Rodriguez, é equilibrado e fica em aberto. A duração não é vantagem de ninguém. O método é decisão porque as duas últimas vitórias do Coria no UFC foram 15 minutos até os cartões; o nocaute dele é a alternativa real.
A tese é: Alden Coria vence por decisão numa luta no limite do empate, porque, no meu julgamento, o poder do Rodriguez e a resistência do Coria se compensam e o que sobra é o alcance do Coria. Poder e resistência são evidências da mesma classe: seis nocautes em sete vitórias do Rodriguez, quatro no circuito regional, um no Contender Series e um no UFC, com dois adversários parados em 11:33 de UFC e Contender Series; nenhuma derrota por nocaute do Coria nas 16 lutas com resultado oficial. As duas são exposição observada e finita, nenhuma é imunidade ou certeza, e recebem o mesmo peso. O Coria tem 10 cm de altura e 6 cm de envergadura a mais, com trabalho de fora documentado em dois rounds de abertura (R1 contra o Costa e R1 contra o Gurule); é uma vantagem pequena, mais de medida do que de trocação comparada. Os agregados se dividem (o Coria defende mais, o Rodriguez acerta mais e com mais precisão, numa amostra quase toda de uma luta) e ficam fora da escolha. As duas vulnerabilidades documentadas numa luta só recebem o mesmo tratamento: o Rodriguez foi machucado e foi ao chão no R1 contra o Borjas e venceu; o Coria cedeu pelo menos quatro quedas ao Nicoll e venceu. Cada uma alimenta a rota do adversário, nenhuma desempata. O chão, maior incógnita de uma das vias do Rodriguez, é equilibrado e fica em aberto. A duração não é vantagem de ninguém. O método é decisão porque as duas últimas vitórias do Coria no UFC foram 15 minutos até os cartões; o nocaute dele é a alternativa real.
Isso desmorona se a direita do Rodriguez encaixar como no Borjas, ou se ele segurar o Coria no chão e transformar a posição em dano.
O Que Derruba Essa Pick
- 01
Se a direita do Rodriguez encaixar como encaixou no Borjas, a resistência do Coria deixa de compensar o poder e a luta pode acabar cedo.
- 02
Se o Rodriguez completar a primeira queda, o Coria não levantar em poucos segundos e a posição virar dano, coisa que o Rodriguez não mostrou por cima do Borjas, o chão deixa de ser equilibrado e passa a ser dele.
- 03
Se o Rodriguez usar os chutes na perna para entrar sem pagar pela diferença de alcance, a única vantagem que sobra para o Coria perde peso.
- 04
Se o Coria ceder quedas no ritmo que cedeu ao Nicoll e os juízes premiarem o tempo por cima do Rodriguez, a decisão pode ir para o outro lado.
- 05
Se o Rodriguez trocar em pé sem ser machucado como foi pelo Borjas no R1 e mantiver o volume da amostra curta dele, os números de ataque passam a pesar.
Caminho do Azarao
Rodriguez usa fintas e chutes para encurtar a distância, mistura a queda cedo e, em vez de soltar o Coria, estabiliza a posição por cima com cotoveladas e ataque às costas. Com o Coria preocupado com a queda, a direita encontra espaço na trocação e resolve no R1 ou R2, ou ele vence dois rounds com tempo por cima.
Condicoes Necessarias
- Converter quedas em posição estável, não em pausas de poucos segundos
- Proteger o pescoço nas trocas de posição, quando o Coria ataca guilhotina, como fez contra o Gurule e o Nicoll
- Não se expor a uma mão pesada como a esquerda do Borjas, que machucou ele e o levou ao chão no R1 da estreia
- Manter a intensidade se a luta passar do R2, território que ele ainda não testou como profissional
— Precedente: Rodriguez vs Borjas (UFC, fevereiro de 2026): machucado no R1, usou a queda para se recuperar e nocauteou no R2. No TUF 33, pegou as costas do Morales por quase quatro minutos no R3, em luta de exibição.
Veredito
Vencedor
Alden Coria
Metodo
Decisão
Vencedor mais provável
Alden "Cobra" Coria vence
O poder do Rodriguez e a resistência do Coria pesam igual e se compensam. De um lado, seis nocautes em sete vitórias, quatro no circuito regional, um no Contender Series e um no UFC, e dois adversários parados em 11:33 de UFC e Contender Series. Do outro, nenhuma derrota por nocaute nas 16 lutas com resultado oficial do Coria. Os dois são exposição observada e finita, não imunidade nem certeza. Os agregados se dividem: o Coria defende mais (70% contra 58%), o Rodriguez acerta mais e com mais precisão (5,71 contra 4,05 por minuto, 56% contra 42%), e os números do Rodriguez saem quase todos da luta contra o Borjas, por isso ficam fora da escolha. As vulnerabilidades de uma luta só recebem o mesmo tratamento: o Rodriguez foi machucado e foi ao chão no R1 contra o Borjas e venceu; o Coria cedeu pelo menos quatro quedas ao Nicoll e venceu. Cada uma é evidência para a rota do adversário, não vantagem comparativa. O chão, maior incógnita de uma das vias do Rodriguez, é equilibrado e fica em aberto: o mexicano tem o acesso, mas fez pouco dano por cima na única amostra do UFC e do Contender Series, e o Coria tem mais trabalho por cima no UFC, contra o Costa e o Gurule. A duração não entra: o Rodriguez nunca passou do R2 como profissional porque resolveu antes, o que é falta de teste e não defeito. Sobra o alcance do Coria, 10 cm de altura e 6 cm de envergadura a mais, com trabalho de fora documentado no R1 contra o Costa e no R1 contra o Gurule. É uma vantagem pequena e mais de medida do que de trocação comparada, e é ela que inclina a luta. Decisão porque as duas últimas vitórias dele no UFC foram 15 minutos até os cartões. O caso contrário é forte: o Rodriguez parou os dois adversários do UFC e do Contender Series, e a queda dele já virou uma luta. A margem é mínima, no limite do empate, e a estimativa é editorial, não calibrada.
Stats Que Importam
0
derrotas por nocaute do Coria em 16 lutas profissionais com resultado oficial
Perdeu por decisão duas vezes e por mata-leão uma vez
11:33
de octógono do Rodriguez somando UFC e Contender Series
Contra 40:47 do Coria só no UFC. Três rounds profissionais ainda não foram testados
4
quedas cedidas pelo Coria contra o Nicoll, no mínimo
Mesmo assim venceu os três cartões: 30-27, 30-27 e 29-28
COLISEUM - Analise estatistica e tatica. Dados baseados em ufcstats.com e fontes publicas.
Imanol "Himan" Rodriguez vs Alden "Cobra" Coria | UFC 332: Silva vs. Wang | 3 de Outubro, 2026 | Delta Center, Salt Lake City, Estados Unidos
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