

18 de Julho, 2026 · Paycom Center, Oklahoma City, Oklahoma, EUA

Harris
5-0-0
Sem rankingZanesville, Ohio | 27 anos

Hines
7-1-0
Sem rankingGrand Rapids, Minnesota | 34 anos
O Martelo Contra o Veterano
Harris chega invicto e em cima da hora, com 4 das 5 vitórias por finalização e uma envergadura de gigante. Hines já sentiu as luzes do Octógono, mas volta aos 34, depois de um ano parado por esteroide. No peso pesado, basta um tiro.
O PONTO QUE DECIDE
A Estreia Contra a Experiência
Essa luta é um choque entre duas incógnitas de tipos opostos. RJ Harris entra invicto, 5-0, com 1,98m de altura e uma envergadura de 203cm que transforma o pescoço do adversário em alvo. Quatro das cinco vitórias vieram por finalização antes dos cartões, três delas por estrangulamento. O detalhe que pesa: ele nunca lutou no UFC, aceitou essa vaga em cima da hora substituindo o Allen Frye, e todo o cartel foi construído no circuito regional, LFA, Caged Thunder, Ohio Combat League. Ninguém ainda o testou sob as luzes grandes. Do outro lado está o oposto quase exato. Alvin Hines tem 7-1, já pisou no Octógono e aguentou três rounds duros contra o Jhonata Diniz no UFC 317, perdendo uma decisão apertada de 29-28 nos três cartões. Ele nunca foi finalizado nem nocauteado em toda a carreira, e traz o soco mais pesado dessa disputa, com 3 vitórias por nocaute. Mas Hines chega aos 34 anos, vindo de um ano inteiro parado, suspenso por Drostanolona e testosterona, cortado do UFC e recontratado para essa volta. A pergunta que decide a noite é honesta: o físico e a fome do invicto de 27 anos superam a ferrugem e a idade do veterano, ou a experiência de Octógono do Hines expõe o regional que nunca viu esse nível?
Essa luta é um choque entre duas incógnitas de tipos opostos. RJ Harris entra invicto, 5-0, com 1,98m de altura e uma envergadura de 203cm que transforma o pescoço do adversário em alvo. Quatro das cinco vitórias vieram por finalização antes dos cartões, três delas por estrangulamento. O detalhe que pesa: ele nunca lutou no UFC, aceitou essa vaga em cima da hora substituindo o Allen Frye, e todo o cartel foi construído no circuito regional, LFA, Caged Thunder, Ohio Combat League. Ninguém ainda o testou sob as luzes grandes. Do outro lado está o oposto quase exato. Alvin Hines tem 7-1, já pisou no Octógono e aguentou três rounds duros contra o Jhonata Diniz no UFC 317, perdendo uma decisão apertada de 29-28 nos três cartões. Ele nunca foi finalizado nem nocauteado em toda a carreira, e traz o soco mais pesado dessa disputa, com 3 vitórias por nocaute. Mas Hines chega aos 34 anos, vindo de um ano inteiro parado, suspenso por Drostanolona e testosterona, cortado do UFC e recontratado para essa volta. A pergunta que decide a noite é honesta: o físico e a fome do invicto de 27 anos superam a ferrugem e a idade do veterano, ou a experiência de Octógono do Hines expõe o regional que nunca viu esse nível?
Tale of the Tape
Harris é 7 anos mais novo e bem mais fresco de estrada
Harris tem 10 cm de altura a mais, é o gigante da disputa
Diferença enorme de alcance: Harris leva 15 cm de envergadura
Harris ainda não pisou no Octógono. Hines já foi três rounds nele
Momento Atual
RJ Harris
LFA 231. Finalizou o Phillip Latu na guilhotina no segundo round. Detalhe que amarra a luta: é o mesmo Latu que o Hines finalizou na estreia profissional. Os dois passaram por cima do mesmo homem.
Finalização (Guilhotina)LFA 223. Parou o Al Marro ainda no primeiro round. Estreia no principal celeiro do UFC resolvida cedo, mostrando o poder que acompanha o tamanho.
KO/TKO R1Caged Thunder 34. A única vez que ele foi aos cartões: dominou o Green nos três rounds e levou a decisão unânime. Serve de prova, ainda que regional, de que ele consegue lutar tempo cheio.
Decisão UnânimeCaged Thunder 32. Encaixou uma americana e finalizou o Cleveland no segundo round. Mais um estrangulamento e chave no currículo do grandalhão.
Finalização (Americana)Ohio Combat League 36. Finalizou o Campbell ainda no primeiro round. O padrão dele desde o começo: usar o tamanho, encaixar o pescoço e acabar cedo.
Finalização R1Harris vem num embalo perfeito, 5-0, com quatro finalizações e o único a decisão sendo uma dominância clara de três rounds. Subiu do Ohio Combat League pro Caged Thunder e chegou ao LFA, o principal celeiro do UFC, onde parou o Al Marro no primeiro round e finalizou o Phillip Latu na guilhotina. A ressalva não está no momento, está no salto: toda essa sequência foi contra oponentes sem nome de UFC, e ele aceitou a estreia em cima da hora. O talento é real, o teste é inédito.
Alvin Hines
UFC 317, Las Vegas. Estreia no Octógono aceita em cima da hora contra o Diniz. Aguentou os três rounds e mostrou raça, mas perdeu a decisão unânime, 29-28 nos três cartões. Provou que pertence ao nível, mesmo perdendo.
Decisão UnânimeFechou o cartel invicto pré-UFC parando o Billy Ray Valdez por nocaute técnico já no terceiro round. Prova de que o poder dura mais de cinco minutos quando precisa.
KO/TKO R3Finalizou o Junior Hicks com um triângulo de braço ainda no primeiro round. Lembrete de que o jogo de solo do Hines é mais completo do que o rótulo de socador sugere.
Finalização (Triângulo de Braço)Apagou o Mark Currier por nocaute técnico no primeiro round. Um dos três nocautes que sustentam a fama de mão pesada dele.
KO/TKO R1Nocaute técnico sobre o Taylor Escamilla no segundo round. Parte da sequência que o levou a ser indicado a lutador do ano da LFA.
KO/TKO R2O momento do Hines é o ponto mais delicado da leitura dele. Antes do UFC ele estava 7-0, com seis finalizações ou nocautes, e foi indicado a lutador do ano da LFA. Mas a última vez que lutou foi há mais de um ano: perdeu a estreia no Octógono pro Diniz, também em cima da hora, e logo depois testou positivo para esteroide, levou um ano de suspensão e foi cortado. Ele volta aos 34 anos, recontratado, com a incógnita real de quem é sem o PED e depois de tanto tempo parado. O que sobra a favor dele é experiência de Octógono e um queixo que nunca falhou.
Nivel de Competicao
Nenhum dos dois construiu cartel contra ranqueado, então o calibre se mede por indícios. Harris venceu cinco vezes no circuito regional (LFA, Caged Thunder, Ohio Combat League) sem enfrentar ninguém de nível UFC. Hines tem a vantagem clara de experiência de Octógono: ele já sentiu as luzes grandes e aguentou três rounds contra o Diniz, um peso pesado do UFC, mesmo saindo com a derrota. E existe um paralelo direto que amarra os dois: ambos passaram por cima do Phillip Latu, o Hines finalizando na estreia profissional em 2023 (mata-leão) e o Harris na guilhotina em 2026. Oponente comum, mesmo resultado, o que diz pouco de favoritismo e muito de que os dois têm jogo de finalização real.
Comparacao Estatistica
Vitórias na Carreira
Hines tem dois anos a mais de estrada e uma luta de UFC. Harris chega cru nesse nível
Taxa de Finalização (%)
Os dois são grandes finalizadores. No peso pesado, isso vira uma noite de alta variância
Vitórias por Nocaute
Hines é mais socador. Traz o soco mais pesado dessa disputa
Vitórias por Finalização
Empatados no chão. Harris tem a envergadura pra achar o pescoço, Hines tem o triângulo e o mata-leão
Vitórias por Decisão
Derrotas na Carreira
Harris é invicto. Hines só caiu uma vez, e nunca foi finalizado nem nocauteado
Lutas no UFC
A experiência de Octógono pesa pro Hines. Harris estreia em cima da hora
Harris lidera em 1 categorias · Hines lidera em 4
Distribuicao de Vitorias e Derrotas
Vitorias
KO/TKO
Submissao
Decisao
Os dois vivem de finalizar, mas por caminhos diferentes. Harris tem 5 vitórias, 4 delas antes dos cartões: 3 finalizações (todas por estrangulamento ou chave) e 1 nocaute, só 1 decisão. É um caçador de pescoço que usa o tamanho. Hines é mais completo no ataque: das 7 vitórias, 3 vieram por nocaute e 3 por finalização, com 1 decisão. Ele bate mais forte e também finaliza. Pro método importa muito: nenhum dos dois quer que isso vá longe, e no peso pesado raramente vai.
Derrotas
KO/TKO
Submissao
Decisao
Aviso de amostra pequena, e ele importa: Harris nunca perdeu (0 derrotas) e Hines caiu só uma vez, então qualquer leitura de vulnerabilidade aqui é frágil. O que dá pra afirmar com honestidade é o perfil da única derrota do Hines: veio por decisão, contra o Diniz, no UFC 317. Ele nunca foi finalizado nem nocauteado em oito lutas profissionais. Ou seja, o caminho para vencê-lo, historicamente, foi acumular pontos ao longo dos rounds, não desligá-lo cedo. Isso é um alerta direto contra qualquer previsão automática de finalização rápida sobre ele. Harris, por não ter derrota, não oferece pista nenhuma de como cai, o que é a própria incógnita da estreia.
Perfil de Habilidades
Harris
vs
Hines
Striking em Distância
+2 Harris
Harris tem 15 cm de envergadura e 10 de altura. No peso pesado, alcance pra acertar primeiro e afastar o adversário é uma vantagem que não some.
Poder de Nocaute
+1 Hines
Hines tem o soco mais pesado e comprovado, 3 nocautes, e o queixo mais testado. No curto, a mão dele decide.
Grappling e Clinch
+1 Harris
Os dois finalizam de verdade e os dois passaram pelo mesmo Latu. Harris tem o frame de gigante pra encaixar estrangulamento, Hines tem triângulo e mata-leão. Ligeira vantagem pro alcance do Harris.
Defesa de Striking
+1 Hines
Hines nunca foi finalizado nem nocauteado e aguentou três rounds duros contra o Diniz. Harris raramente precisou dos cartões. Vantagem defensiva pra quem já provou o queixo.
Cardio
+2 Harris
Harris tem 27 anos e vem lutando. Hines chega aos 34, de um ano parado por suspensão. Frescor e ritmo de competição pesam pro invicto num peso que cansa rápido.
Experiência
+2 Hines
Aqui o Hines abre vantagem: já sentiu as luzes do UFC e a pressão dos três rounds. Harris estreia em cima da hora, e o salto do regional pro Octógono derruba muito prospecto.
Harris ganha no físico: mais alto, mais longo, mais novo e mais fresco, com um jogo de finalização feito pra pescoço exposto. Hines ganha na estrada: mão mais pesada, queixo nunca quebrado e a única experiência real de Octógono entre os dois. A luta cabe numa pergunta. Se o invicto impuser o tamanho e o ritmo, ele finaliza como sempre fez. Se o veterano sobreviver ao início e levar o novato pra água funda e pra troca franca, a experiência e o soco viram o jogo.
Previsao Final
A Tese
A tese é: RJ Harris vence porque é o homem maior, mais longo (15 cm de envergadura), mais novo (7 anos) e mais fresco, com um jogo de finalização feito pra explorar o físico e um embalo invicto de 5-0, enquanto o Hines volta aos 34 anos de um ano inteiro parado por suspensão de esteroide, cortado e recontratado, carregando ferrugem e a incógnita de quem ele é sem o PED.
A tese é: RJ Harris vence porque é o homem maior, mais longo (15 cm de envergadura), mais novo (7 anos) e mais fresco, com um jogo de finalização feito pra explorar o físico e um embalo invicto de 5-0, enquanto o Hines volta aos 34 anos de um ano inteiro parado por suspensão de esteroide, cortado e recontratado, carregando ferrugem e a incógnita de quem ele é sem o PED.
O caminho é o Harris sobreviver aos primeiros minutos de troca, impor o tamanho e o alcance e controlar os três rounds no clinch e na distância, acumulando os cartões contra um adversário que nunca foi finalizado nem nocauteado, com o desfecho mais provável sendo uma decisão.
Isso desmorona por dois motivos: o salto do regional pro UFC numa estreia em cima da hora é um filtro que derruba muito invicto, e o Hines nunca foi finalizado nem nocauteado, tem a mão mais pesada e a única experiência real de Octógono entre os dois. É peso pesado, então basta um tiro pra virar tudo.
Conviccao
Convicção 4, não mais alto, porque a tese se apoia em quatro dimensões reais (físico, idade, frescor e o embalo do invicto contra a ferrugem e a idade do Hines), mas repousa sobre dados finos: o cartel do Harris é 100% regional e ele nunca lutou no UFC, então a projeção do talento pro nível de Octógono é um exercício de fé. O contrapeso que segura o lean e não inverte é a soma de físico bruto (15 cm de envergadura, 7 anos mais novo), frescor de competição contra um homem que passou um ano parado por doping aos 34, e o fato de que o mercado, mesmo com o Harris estreante em cima da hora, o abriu favorito. O edge aqui não é seguir a linha, é o físico e o frescor contra a idade e a ferrugem. O que impede convicção mais alta é honesto: peso pesado é o reino do tiro único, e o Hines tem o soco e a experiência pra dar esse tiro.
O Que Derruba Essa Pick
- 01
Se a estreia pesar e o Harris travar sob as luzes grandes, todo o favoritismo físico vira fumaça e a experiência do Hines domina.
- 02
Se o Hines encaixar a mão pesada nos primeiros minutos, o peso pesado resolve tudo num tiro e a tese do tamanho nunca acontece.
- 03
Se o Hines chegar sem ferrugem e com o físico intacto apesar do ano parado, o azarão vira favorito real dentro da jaula.
- 04
Como o Hines nunca foi finalizado nem nocauteado em oito lutas, qualquer previsão de finalização sobre ele carrega risco embutido e pode virar decisão.
Caminho do Azarao
Hines não precisa de nada elaborado. Ele é o cara com experiência de Octógono, o queixo que nunca falhou e o soco mais pesado. O roteiro dele é sobreviver ao ímpeto inicial do novato, manter a calma que já mostrou nos três rounds contra o Diniz, e forçar a troca franca onde a mão dele decide. Se a estreia pesar no Harris, se a adrenalina o travar ou o levar pra uma troca desorganizada, o Hines pune com o poder ou arrasta pra água funda que o invicto nunca visitou nesse nível.
Condicoes Necessarias
- Sobreviver aos primeiros minutos sem ser levado pro clinch ou pro chão pelo tamanho do Harris
- Forçar a troca em pé, onde a mão pesada e o queixo testado dele viram vantagem
- Explorar o nervosismo de estreia e a inexperiência do novato sob as luzes grandes
- Se a luta esticar, cobrar a ferrugem e a idade menos do que a inexperiência cobra o Harris
— Precedente: O próprio Hines no UFC 317: aceitou uma estreia em cima da hora contra o Diniz e aguentou três rounds competitivos, 29-28 nos cartões, provando que pertence ao nível mesmo perdendo. Some a isso o arquétipo clássico do peso pesado, invicto regional que parece imparável e trava na primeira vez no Octógono contra um veterano calejado. É um caminho concreto, não um palpite.
Veredito
Vencedor
RJ Harris
Metodo
Decisão
Mais Provaveis
- 01
Vencedor
RJ Harris
Harris porque é maior, mais longo, mais novo e mais fresco, com um jogo de finalização feito pro físico dele, contra um veterano que volta aos 34 de um ano parado. O mercado já vê isso, então é stake moderado, sem exagero. Desmorona se a estreia pesar ou se o soco do Hines chegar cedo.
- 02
Como termina (qualquer lutador)
A luta termina antes dos cartões
Dois finalizadores de verdade no peso pesado, com taxa de finalização de 80% e 86%. A variância do tiro único e o jogo de solo dos dois empurram pra um desfecho antes da decisão. Ressalva honesta: o Hines nunca foi finalizado, então essa via depende do nocaute de qualquer lado ou da finalização do Harris.
- 03
Vencedor (azarão)
Alvin Hines
A via limpa da zebra e precisa ser reconhecida: o Hines é o único com experiência de Octógono, o queixo nunca falhou e a mão é a mais pesada. Estreante em cima da hora é risco real. Longshot consciente, não a leitura principal. Desmorona se o físico e o frescor do Harris dominarem cedo.
O Mais Provavel
RJ Harris, stake moderado
Numa luta de convicção 4, a leitura mais defensável é o vencedor pelo físico e pelo frescor, não o método exato. Stake moderado porque a estreia em cima da hora e o poder do Hines mantêm o risco de zebra vivo o tempo todo. É favoritismo com respeito ao azarão, não aposta gorda.
Stats Que Importam
15cm
de envergadura a mais pro Harris (203cm x 188cm), além de 7 anos mais novo. O físico é dele
O homem maior, mais longo e mais fresco num peso de variância máxima
ZERO
lutas no UFC pro Harris: ele estreia em cima da hora contra alguém que já foi três rounds no Octógono
O maior ponto de interrogação da noite mora aqui
1
ano parado pro Hines, suspenso por Drostanolona e testosterona, cortado e recontratado aos 34
Ferrugem, idade e a pergunta do que ele é sem o PED
Armadilha
Harris finaliza fácil
O cartel de 5-0 com quatro finalizações e a envergadura de gigante seduzem pra imaginar o Harris passando por cima do veterano. A armadilha é ignorar dois fatos: essas cinco vitórias vieram todas no regional, contra oponentes sem nível de UFC, e o Hines NUNCA foi finalizado nem nocauteado em oito lutas, tendo aguentado três rounds duros contra um peso pesado do próprio UFC. Apostar no Harris por finalização rápida paga contra a natureza do adversário. O peso pesado premia o tiro certeiro e a experiência tanto quanto premia o talento cru, e a estreia em cima da hora é um risco que o favoritismo esconde.
O cartel de 5-0 com quatro finalizações e a envergadura de gigante seduzem pra imaginar o Harris passando por cima do veterano. A armadilha é ignorar dois fatos: essas cinco vitórias vieram todas no regional, contra oponentes sem nível de UFC, e o Hines NUNCA foi finalizado nem nocauteado em oito lutas, tendo aguentado três rounds duros contra um peso pesado do próprio UFC. Apostar no Harris por finalização rápida paga contra a natureza do adversário. O peso pesado premia o tiro certeiro e a experiência tanto quanto premia o talento cru, e a estreia em cima da hora é um risco que o favoritismo esconde.
COLISEUM - Analise estatistica e tatica. Dados baseados em ufcstats.com e fontes publicas.
RJ "The Hammer" Harris vs Alvin "Goozie" Hines | UFC Fight Night: du Plessis vs Usman | 18 de Julho, 2026 | Paycom Center, Oklahoma City, Oklahoma, EUA
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