

1 de Agosto, 2026 · Belgrade Arena, Belgrado, Sérvia

Elliott
12-4-0
Sem rankingMerthyr Tydfil, País de Gales | 28 anos

Oliveira
9-0-0
Sem rankingRocinha, Rio de Janeiro | 28 anos
Nove Vitórias, Oito Nocautes, Zero Testes
O PQD saiu da Rocinha e de oito anos de Exército pro octógono sem nunca ter sido levado à água profunda. Elliott é exatamente o tipo de luta longa e feia que responde essa pergunta, se ele conseguir chegar lá.
O PONTO QUE DECIDE
O Plano Dele Precisa de Tempo
Novembro de 2024, Madison Square Garden, e o Oban Elliott fez a melhor noite da carreira dele. O desenho foi simples e repetido: jab por fora pra segurar o Bassil Hafez longe, low kick pra tirar a base, e a mão pesada só no fim, quando o veterano já estava gasto. Foram 10:40 de luta até o árbitro parar, a quarenta segundos do início do R3. Performance da Noite, 50 mil dólares, e o cartão de visita do galês. Só que aquele plano tem um pré-requisito que ele pode não ter em Belgrado: tempo. Michael Oliveira encerrou seis das nove lutas dele ainda no primeiro round e oito das nove por nocaute. A média de knockdown é de 5,04 por 15 minutos, contra 0,19 do Elliott, e no Contender Series ele derrubou o Victor Valenzuela três vezes antes de o árbitro entrar no R2. O galês precisa de dez minutos pra fazer o jogo dele funcionar. O brasileiro nunca precisou de dez minutos pra nada. E o plano B não fecha. No UFC inteiro o Elliott acerta 15% das quedas que tenta e segura 52% das que sofre, e as duas derrotas dele vieram justamente de quem soube levar a luta pro chão. Contra o Oliveira não tem chão pra correr: tem trocação, ou tem clinch na grade.
Novembro de 2024, Madison Square Garden, e o Oban Elliott fez a melhor noite da carreira dele. O desenho foi simples e repetido: jab por fora pra segurar o Bassil Hafez longe, low kick pra tirar a base, e a mão pesada só no fim, quando o veterano já estava gasto. Foram 10:40 de luta até o árbitro parar, a quarenta segundos do início do R3. Performance da Noite, 50 mil dólares, e o cartão de visita do galês. Só que aquele plano tem um pré-requisito que ele pode não ter em Belgrado: tempo. Michael Oliveira encerrou seis das nove lutas dele ainda no primeiro round e oito das nove por nocaute. A média de knockdown é de 5,04 por 15 minutos, contra 0,19 do Elliott, e no Contender Series ele derrubou o Victor Valenzuela três vezes antes de o árbitro entrar no R2. O galês precisa de dez minutos pra fazer o jogo dele funcionar. O brasileiro nunca precisou de dez minutos pra nada. E o plano B não fecha. No UFC inteiro o Elliott acerta 15% das quedas que tenta e segura 52% das que sofre, e as duas derrotas dele vieram justamente de quem soube levar a luta pro chão. Contra o Oliveira não tem chão pra correr: tem trocação, ou tem clinch na grade.
Verdade A
O abismo de calibre é real e é enorme. Oliveira nunca dividiu o octógono com ninguém de UFC. As nove vitórias saíram do Arena Global, do Jungle Fight, de seis noites no LFA Brasil e de uma no Contender Series, e a carreira inteira dele soma 50:48 de luta. Elliott tem 64:11 só nas cinco lutas de UFC.
Verdade B
O problema é que o teste que o Oliveira nunca fez é o mesmo que o Elliott não sabe aplicar. Pra levar o brasileiro pra água profunda, o galês precisa primeiro atravessar os cinco minutos iniciais contra uma mão que encerrou seis lutas no R1 e derrubou o último adversário três vezes. No UFC 325 ele foi balançado por uma direita ainda no R1 e apagou de mata-leão no R2.
Tale of the Tape
Praticamente a mesma idade, um mês de diferença entre os dois
As fontes divergem. O ufc.com lista 199cm pro Oliveira, outras bases trazem número bem menor, e por isso a análise não apoia nada nessa diferença
Momento Atual
Oban Elliott
UFC 325, em Sydney. Levou uma direita e ficou balançado ainda no R1. No R2 o australiano acertou a única queda da luta, subiu nas costas e encaixou o mata-leão aos 3:31. Elliott não bateu, apagou.
Sub R2Em Baku. O coreano acertou 6 quedas em 9 tentativas e acumulou 10:15 por cima. 30-27 nos três cartões. O mapa de como se vence o Elliott, escrito em letra grande.
Decisão UnânimeUFC 309, no Madison Square Garden. Jab por fora e low kick pra segurar o Hafez longe, e no R3 o overhand de direita mais os martelos. Primeira finalização na carreira do Hafez e Performance da Noite pro galês.
TKO R3UFC 304, em Manchester, com a torcida britânica atrás. Vitória de volume nos três rounds contra um veterano de octógono.
Decisão UnânimeEstreia no UFC, no UFC 298. Ganhou nos cartões contra um estreante que vinha 7-1, em luta mais dura do que o esperado.
Decisão UnânimeDuas derrotas seguidas e as duas do mesmo jeito: no chão. O Seok Hyeon Ko acertou 6 quedas em 9 tentativas e ficou 10:15 por cima, 30-27 nos três cartões. O Micallef balançou ele com uma direita no R1, acertou a única queda da luta no R2, subiu nas costas e encaixou o mata-leão. Elliott não bateu, apagou. Antes disso ele estava 3-0 no UFC, com Performance da Noite no Madison Square Garden. Aos 28 anos, chega a Belgrado precisando ganhar, e a única boa notícia é que o problema que derrubou as duas últimas, a queda, não é a arma do adversário dessa vez.
Michael Oliveira
Contender Series, semana 10. Trabalhou overhand de direita, low kick e golpe no corpo, derrubou o chileno três vezes e o árbitro parou aos 3:56 do R2. Contrato assinado na hora.
TKO R2LFA 197. A única vez na carreira inteira que ele completou os três rounds e foi aos cartões.
Decisão UnânimeLFA 179. Chute alto e sequência de socos aos 4:47 do R3, a treze segundos do fim. Prova de que ele também sabe caçar tarde.
TKO R3LFA 171. Trinta e um segundos. O quarto nocaute em quatro lutas naquele ano, a sequência que rendeu o prêmio de Lutador do Ano do LFA Brasil.
TKO R1LFA 162. Socos aos 4:48 do R1, no último minuto do round. Terceiro nocaute do brasileiro em 2023.
TKO R1Nove lutas, nove vitórias, oito nocautes, seis deles no primeiro round. Foi Lutador do Ano do LFA Brasil em 2023 e carimbou o contrato no Contender Series de outubro de 2025, derrubando o Victor Valenzuela três vezes antes do árbitro parar no R2. O que pesa contra não é forma, é calendário e calibre: a estreia demorou nove meses e meio pra sair, e as nove vitórias vieram todas do circuito regional brasileiro, sem um único nome de UFC no meio.
Nivel de Competicao
A assimetria aqui é o coração da luta. Elliott tem cinco lutas de UFC e bateu Val Woodburn, Preston Parsons e Bassil Hafez, esse último um veterano durão que ninguém tinha finalizado antes dele. Oliveira nunca enfrentou ninguém que passou pelo UFC: as nove vitórias saíram do Arena Global, do Jungle Fight, de seis noites no LFA Brasil e da vitória no Contender Series. O calibre dos adversários é a única dimensão em que o galês está claramente na frente, e é justamente a dimensão que mais derruba estreante invicto vindo do circuito regional. Nenhum adversário em comum entre os dois.
Comparacao Estatistica
Sig. Strikes por Minuto
Os 8,40 do Oliveira saem de uma luta só, a do Contender Series. Amostra pequena, número brutal
Precisão de Strikes (%)
Strikes Absorvidos/Min
Elliott é o mais econômico. Oliveira apanhou bastante no R1 contra o Valenzuela
Defesa de Strikes (%)
Knockdowns por 15 Min
O número que resume a luta: três knockdowns em 8:56 de Contender Series
Defesa de Takedown (%)
Os 52% do Elliott explicam as duas últimas derrotas. Os 100% do Oliveira vêm de uma luta só
Elliott lidera em 1 categorias · Oliveira lidera em 5
Distribuicao de Vitorias e Derrotas
Vitorias
KO/TKO
Submissao
Decisao
São dois perfis opostos e isso define o método. Oliveira tem 8 nocautes em 9 vitórias, 89%, e seis deles no primeiro round. Ele foi aos cartões uma vez na vida, contra o Aldo Pereira no LFA 197. Elliott é o inverso: metade das vitórias dele veio por decisão, seis de doze, e só 3 por nocaute. Na prática, o brasileiro precisa de um momento de impacto e o galês precisa dos quinze minutos inteiros.
Derrotas
KO/TKO
Submissao
Decisao
Oliveira não tem derrota, então a amostra é zero e não existe padrão de vulnerabilidade pra apontar. Do lado do Elliott existe, e é informativo: 2 nocautes sofridos em 4 derrotas, os dois no Cage Warriors (Michal Figlak em 2020 e Madars Fleminas em 2021), mais uma decisão e uma finalização, as duas no UFC. O detalhe que importa pro método: nenhuma das quatro derrotas dele veio no primeiro round. Os dois nocautes foram no R2 e no R3, e o mata-leão do Micallef saiu aos 3:31 do R2. O galês já foi apagado, mas nunca cedo.
Perfil de Habilidades
Elliott
vs
Oliveira
Striking em Distância
+2 Oliveira
Oliveira acertou 8,40 golpes significativos por minuto com 51% de precisão no Contender Series, contra 3,62 e 48% do Elliott em cinco lutas de UFC. O gap não é maior porque o número do brasileiro sai de uma noite só.
Striking em Curta Distância
+1 Elliott
Elliott soma 64:11 de octógono em cinco lutas de UFC e sabe trabalhar colado na grade. Oliveira também bate bem de perto, mas só provou isso no circuito regional.
Poder de Nocaute
+4 Oliveira
8 nocautes em 9 vitórias e média de 5,04 knockdowns por 15 minutos, contra 3 nocautes em 12 vitórias e 0,19 do Elliott.
Defesa de Striking
+1 Elliott
Elliott absorve 2,24 golpes por minuto com 61% de defesa em cinco lutas de UFC. Os 66% do Oliveira vêm de uma noite só.
Grappling e Clinch
+2 Elliott
Elliott tem 3 finalizações na carreira, mas acerta só 15% das quedas que tenta no UFC. É vantagem por comparação: Oliveira não tem uma única finalização e nunca precisou lutar no chão.
Cardio (3 rounds)
+3 Elliott
Elliott já fez sete lutas de três rounds completos, três delas no UFC. Oliveira completou os três rounds uma única vez em nove lutas.
Oliveira ganha o que envolve impacto: poder de nocaute, velocidade de mão e volume nos poucos minutos que ele já mostrou. Elliott ganha o que envolve tempo de luta, experiência e o que sobra quando ninguém finaliza ninguém em cinco minutos. A pergunta não é quem tem mais ferramenta, é se o galês consegue chegar inteiro no terreno onde as ferramentas dele funcionam.
Previsao Final
A Tese
A tese é: Michael Oliveira vence porque 8 das 9 vitórias dele vieram por nocaute e seis delas terminaram ainda no primeiro round (ESPN e Tapology), porque a média de knockdown dele é de 5,04 por 15 minutos contra 0,19 do Elliott no ufc.com e ele derrubou o Valenzuela três vezes no Contender Series, e porque o plano B do galês não fecha: 15% de precisão nas quedas do UFC e 52% de defesa de quedas, com as duas últimas derrotas saindo justamente do chão.
A tese é: Michael Oliveira vence porque 8 das 9 vitórias dele vieram por nocaute e seis delas terminaram ainda no primeiro round (ESPN e Tapology), porque a média de knockdown dele é de 5,04 por 15 minutos contra 0,19 do Elliott no ufc.com e ele derrubou o Valenzuela três vezes no Contender Series, e porque o plano B do galês não fecha: 15% de precisão nas quedas do UFC e 52% de defesa de quedas, com as duas últimas derrotas saindo justamente do chão.
O caminho pra isso é o brasileiro segurar o Elliott na ponta do jab e do low kick nos primeiros minutos, obrigar ele a entrar, e encaixar a direita na entrada em algum momento entre o fim do R1 e o R2.
Isso desmorona se o Elliott aguentar os dez primeiros minutos, colar a luta na grade e arrastar o brasileiro pro terreno onde os 50 minutos de carreira dele viram problema.
Conviccao
Convicção 5, e ela caiu de propósito. O pilar mais chamativo da luta, os 199 cm de envergadura do Oliveira, saiu da conta: só o ufc.com sustenta esse número, outras bases divergem, e não dá pra apoiar tese em dado de fonte única. O que sobra são três dimensões independentes, e elas ainda apontam pro brasileiro: estatística (8 nocautes em 9 vitórias, seis deles no R1, e 5,04 knockdowns por 15 minutos contra 0,19 do Elliott), estilo (o galês perdeu as duas últimas no chão, defende 52% das quedas e acerta 15% das que tenta, então não tem por onde escapar da trocação) e momento (duas derrotas seguidas, a última com apagão de mata-leão). Contra tudo isso pesa o abismo de calibre: Oliveira nunca dividiu o octógono com ninguém de UFC, e a divisão é cheia de estreante 9-0 do circuito regional que descobre no octógono que o nível é outro. Não é leitura de mercado: as casas foram e eu fico bem abaixo disso.
O Que Derruba Essa Pick
- 01
Se o Elliott encaixar duas ou três quedas nos primeiros cinco minutos, os 15% de precisão dele no UFC terão sido só amostra ruim, e o brasileiro vai descobrir no pior lugar possível que nunca lutou de costas no chão.
- 02
Se o R1 terminar com o Elliott inteiro, sem ter sido balançado e com o jab dele achando o alvo, a tese do nocaute cedo cai e a luta vira exatamente a que ele quer: longa, feia e nos cartões.
- 03
Se a ferrugem de nove meses e meio parado aparecer no ritmo do Oliveira, ou se ele começar a respirar pela boca no fim do R2, os 64:11 de octógono do galês viram vantagem real.
Caminho do Azarao
Elliott não tenta ganhar a luta de longe, porque não dá. Ele entra fechado, aceita comer um ou dois golpes na entrada e cola no Oliveira, joga na grade, trabalha joelhada e cotovelo no clinch, e tira o brasileiro do lugar onde ele é letal. Mesmo sem completar queda, o desgaste do clinch cobra caro de alguém que passou dos dez minutos uma vez na vida. No R3 o galês pontua no volume contra um adversário sem gasolina e leva a decisão, do jeito que já levou seis vezes na carreira.
Condicoes Necessarias
- Sobreviver aos primeiros cinco minutos sem ser balançado, aceitando levar golpe na entrada pra encurtar a distância
- Colar no clinch contra a grade e manter a luta lá, mesmo sem completar as quedas
- Forçar o R3 com o Oliveira ainda em pé, porque é lá que os 50 minutos de carreira do brasileiro viram problema
- Não ficar parado na distância de soco trocando jab por jab, que é o cenário onde o brasileiro encaixa a direita mais cedo
— Precedente: O próprio Elliott já fez exatamente isso: no Contender Series de agosto de 2023 ele levou o brasileiro Kaik Brito, 16-4 na época, pros três rounds completos e ganhou na decisão majoritária. Não foi bonito, mas é o mapa de como o galês vence gente que quer finalizar cedo.
Veredito
Vencedor
Michael Oliveira
Metodo
Nocaute Técnico
Mais Provaveis
- 01
Vencedor
Michael Oliveira: passar
Passar. o mercado implica quase 79% e eu dou 64% pro Oliveira, então não sobra valor nenhum, por mais que ele seja o prognóstico. O número abriu no Odds Shark e no MMA Odds Breaker e só subiu desde então. Se você quer o brasileiro, o jeito de pegar é pelo método, não pelo moneyline.
- 02
Método
Oliveira por KO/TKO
Oliveira por nocaute porque é o único jeito que ele sabe ganhar, 8 em 9, com seis dessas ainda no R1, e porque o Elliott já foi parado duas vezes na carreira. Paga melhor que o moneyline justamente porque 89% das vitórias do brasileiro terminam assim. Desmorona se o Elliott aguentar a entrada e transformar a luta em clinch na grade.
- 03
A luta passa do R1
Over 1,5 rounds
Passar do R1 porque nenhuma das quatro derrotas do Elliott veio no primeiro round e ele já somou 64:11 de octógono em cinco lutas de UFC. O mercado vai supervalorizar os seis nocautes de primeiro round do Oliveira, que vieram todos contra o circuito regional. Desmorona se o brasileiro acertar limpo já na primeira entrada do galês.
- 04
Vencedor azarão
Oban Elliott
Elliott porque o mercado implica 25,6% e eu dou 34% pra ele, e é a única linha da luta onde sobra gordura. O caminho é concreto: colar na grade, aguentar os dez primeiros minutos e levar pros cartões, do jeito que ele já venceu seis vezes. Desmorona se ele ficar parado na distância trocando jab por jab no R1.
O Mais Provavel
Oban Elliott, stake pequeno
O prognóstico continua Michael Oliveira, mas aposta e prognóstico não são a mesma coisa. o mercado cobra quase 79% de um estreante que nunca enfrentou ninguém de UFC e chega de nove meses e meio parado. Do outro lado,,6% num galês a quem eu dou 34%. Convicção 5 significa stake pequeno dos dois lados e nenhuma perna de múltipla.
Stats Que Importam
8 de 9
vitórias do Oliveira que vieram por nocaute, seis delas ainda no R1
Ele foi aos cartões uma vez na vida, no LFA 197
50 min
de octógono na carreira inteira do Oliveira, em nove lutas
Elliott soma 64:11 só nas cinco lutas de UFC
0 de 4
derrotas do Elliott que vieram no primeiro round
Ele já foi apagado duas vezes, mas nunca cedo
Armadilha
Oliveira por nocaute no primeiro round
É a aposta que vai estar na boca de todo mundo, porque seis dos oito nocautes do Oliveira saíram no R1 e a linha paga bem. O problema é que o Elliott não é o perfil que cai cedo: em dezesseis lutas profissionais, nenhuma das quatro derrotas dele veio no primeiro round. Os dois nocautes que ele sofreu foram no R2 e no R3, e o mata-leão do Micallef saiu aos 3:31 do R2. Se o brasileiro finalizar, o mais provável é que seja depois de acumular dano, não num relâmpago de trinta segundos.
É a aposta que vai estar na boca de todo mundo, porque seis dos oito nocautes do Oliveira saíram no R1 e a linha paga bem. O problema é que o Elliott não é o perfil que cai cedo: em dezesseis lutas profissionais, nenhuma das quatro derrotas dele veio no primeiro round. Os dois nocautes que ele sofreu foram no R2 e no R3, e o mata-leão do Micallef saiu aos 3:31 do R2. Se o brasileiro finalizar, o mais provável é que seja depois de acumular dano, não num relâmpago de trinta segundos.
COLISEUM - Analise estatistica e tatica. Dados baseados em ufcstats.com e fontes publicas.
Oban "The Welsh Gangster" Elliott vs Michael "PQD" Oliveira | UFC Fight Night: Medić vs Rodriguez | 1 de Agosto, 2026 | Belgrade Arena, Belgrado, Sérvia
Leia o card inteiro, de graça
Deixe seu email e libere a análise de todas as lutas do card. Sem pagar, sem senha.
- Todas as lutas do card, análise completa
- Cenários e previsão do modelo pra cada luta
- Acesso aos próximos cards também
Ao continuar você concorda em receber novidades do Coliseum e com a Política de Privacidade. Cancele quando quiser.